A noite já se anunciava quando sai do serviço. Depois de um dia estressante, nada melhor que uma boa cerveja gelada antes da longa viagem de pouco mais de oitenta quilômetros para poder relaxar. Pensando assim foi como que acabei caindo num shopping em busca de um bom lugar para descansar e desestressar.
Chegando à praça de alimentação pedi uma jarra de cerveja, uma porção de pastéis e sentei-me à uma mesa de fronte a uma loira, olhos escuros, muito bem vestida, com um celular na mão e que sorria de tempos em tempos de forma incrivelmente indecente. A observava curioso, querendo entender o que acontecia, enquanto esperava meus pastéis ficarem prontos. Depois de poucos segundos desencanei. Imaginei que a mesma estivesse entretida com o marido, ou com um ficante qualquer. Continuei observando o movimento, e como sempre em um shopping, a visão era esplendorosa. Quando dei por mim, meus quitutes estavam prontos.
Levantei-me e fui em direção ao balcão. Passei ao lado da loira estonteante que ainda mantinha pouco seus sorrisos extremamente excitantes no rosto. Pude perceber na volta que ela estava com um cliente do twitter aberto, o que me fez levar a acreditar que seus sorrisos pudessem ter sido causados por algo lido por lá. Chegando de volta à minha mesa, resolvi sacar o laptop de uma bolsa a tira-colo que carregava comigo. Depois de vários goles de cerveja e alguns pasteis, consegui uma conexão, e fui direto ao twitter para ver o que tinha de novo.
Aquela loira continuava me intrigando, com seus olhos voltados à tela, quando comecei a ligar os pontos e a observando, comecei a perceber que a cada tweet de alguém que sigo coincidia totalmente mais sorrisos dela. Foi quando resolvi mandar uma mensagem a ela:
- @loira_delicia Se está vendo um negro de chapéu e terno, dê um sorriso.
Depois de alguns segundos, a vi como se estivesse procurando por alguém. Quase estava admitindo a gafe, quando nossos olhares se cruzaram na praça de alimentação. Ela sorriu quase vermelha, e voltou a digitar em seu celular. Em menos de 30 segundos vejo em minha ela uma nova menção ao meu twitname:
- @t_dyas É você esse negão de chapéu na minha frente?
Eu a olhei por cima do laptop, e percebi que quando nossos olhares se cruzaram ela desviou. Foi a confirmação que eu precisava para saber que aquela loira deliciosa à minha frente era a Nanda, ou mais conhecida no mundo digital como loira_delicia. Fechei e guardei meu laptop, peguei as coisas que estavam na mesa e me aproximei dela:
- Quer pastéis, Nanda?
- Dyas… Não vou poder aceitar.
- Estão uma delícia, só pra lhe informar.
- Eu acredito que sim, mas estou aqui à espera de alguém. Na verdade do meu marido.
- Hmmm… Às escondidas estes pastéis costumam ficar ainda mais deliciosos.
Ela gargalhou na hora, e não conseguiu recusar minha companhia à mesa. Começamos a conversar sobre assuntos cotidianos, como tecnologia e comentar as pessoas que passavam ao nosso redor, mas sem largar os celulares conectado, o que nos é um vício em comum.
A conversa continuava normalmente, mas como já era de se esperar, acabamos caindo no assunto sexo. Mas não se tratava de dizer quais posições gostávamos, ou o jeito que queríamos, e sim as atualizações de tumblr e alguns tweets em especial que víamos passando por nossas telas. Ficávamos comentando sobre algumas fotos que dariam bons contos e bons posts, alguns comentários e alguns tuiteiros que se apresentavam em nossas timelines. Foi quando vimos um em especial de uma amiga em comum. A loira do perfil casal_pimenta dizia estar em um shopping em São Paulo. Pensei em perguntar qual, mas Nanda foi mais rápida, já dizendo onde e com quem estava. Achei que ela estaria do outro lado da cidade, mas para nossa surpresa, ela estava praticamente em nosso colo, do outro lado da praça de alimentação.
Nanda e eu começamos a chamá-la via twitter para aparecer na nossa mesa, e ela nos atendeu prontamente. Nanda já estava estonteante, com um vestido decotado e curto, sandália baixa e um sorriso que encantava a todos que passavam por perto. Tão linda quanto a loira que vinha em nossa direção trajando uma saia curta, uma sandália com um leve salto e uma blusinha também decotada. Ficamos petrificados ao ver aquela loira deliciosa vindo em nossa direção.
- Olha só que acaso do destino! – Disse àquela loira antes de nos cumprimentar com beijos no rosto.
- Pois é! Eu já achei uma grande coincidência ter encontrado a Nanda por aqui, agora você? Acho que a sorte sorriu pra mim hoje. – Disse sorrindo.
As risadas nos tomaram naquela mesa, pedi mais algumas cervejas e passamos a conversar, deixando nossos aparelhos de lado. Bruna, a loira do casal_delicia, nos contou que estava por lá em busca de novas lingeries. Deixei as duas conversando e apenas acompanhei o papo discretamente, e comentava algo só mesmo para não ficar calado. Admito que me senti um pouco intimidado por estar com aquelas duas ali na minha mesa.
Não demorou e mais uma vez o papo aqueceu. Começamos a falar dos blogs, quando uma pergunta me veio da Nanda como flecha:
- Quando é que você vai escrever um conto pra mim?
Olhei para ela, sorrindo, e antes que eu pudesse responder, Bruna também atira:
- Você escreve contos? Que tipo de conto?
Tomei mais um gole de cerveja, olhando nos olhos dela, enquanto Nanda disparava:
- Você nunca viu!? Eu parei pra ler uma vez e não consegui terminar de ler nenhum!
- É tão ruim assim, Nanda? – Falei rindo.
- Pelo contrário! Tive que descansar bastante depois de ler.
- Ai! Vocês dois estão me deixando curiosa! Agora quero ler! – Disse Bruna quase brigando conosco.
Nanda e eu gargalhamos com aquilo e deixando a cerveja agir, tirei meu chapéu, deixei em cima da mesa e olhando fixamente à Bruna falei:
- Tem certeza que vai querer ler aqui mesmo?
- É tão pesado assim?
- Nanda… Recomenda que ela leia por aqui?
- Olha… Eu realmente não acho muito bom não, viu? – Disse caindo na gargalhada.
- Gente! Agora estou morrendo de curiosidade! Me passa o endereço! Quero ler agora!
As duas estavam rindo, enquanto eu puxava meu celular e acessava a um dos contos do meu blog. Fiz questão que fosse um de ménage feminino, só pra aquecer ainda mais o clima ali, depois de falarmos de algemas, camisinhas, calcinhas comestíveis e afins. Sentei-me junto à Bruna e passei a mostrá-la o conto, que já era ilustrado com a imagem de duas línguas lambendo um pau intensamente duro. Bruna deixou escapar um “que delícia” de seus lábios, fazendo com que Nanda se interessasse na hora e sentasse bem próximo a nós dois. Fiquei no meio, deixando as duas lendo quietas ao conto que tinha escolhido.
O perfume das duas combinado me deixava louco, mas tentei não demonstrar a minha excitação, que já criava um enorme volume dentro da minha calça. As duas liam ao conto boquiabertas. Vez ou outra deixavam soltar um “Nossa” ou “Isso é muito bom”. Eu no meio só acompanhava o trecho que era lido, e deixava com que as duas simplesmente se perdessem naquelas linhas escritas com prazer.
As duas já se mostravam extremamente excitadas ao ler o texto que mal tinha chegado à metade, e eu ali no meio estava estourando de vontade de acabar pegando ao menos uma das duas ali. Resolvi ir ao banheiro para poder reorganizar as ideias, e tentar tirar a ideia da cabeça. Levantei-me e pedi licença às duas. O que eu não imaginava é que minha calça criaria um enorme volume, completamente visível às duas, que olharam assustadas e sorridentes ao fato de eu ter ficado sem jeito e ter começado a arrumar a calça. Nanda, brincalhona como sempre me perguntou:
- Vai precisar de ajuda lá, Dyas?
- Uma mãozinha sempre cai bem. – Respondi sorrindo e me virei para ir ao banheiro.
Depois do segundo passo, ouvi Bruna me pedindo para esperar, pois também ia para o mesmo caminho. Nanda continuou a brincar, dizendo que se a gente não convidasse, que nem era preciso voltar pra mesa. Gargalhamos mais uma vez, e eu e Bruna seguimos a um corredor onde ficavam os banheiros. Chegando ao corredor, realmente não sei se de propósito, Bruna parou na minha frente, e eu como estava completamente distraído acabei esbarrando nela. Me afastei um passo e pedi desculpas, afinal era completamente perceptível que eu ainda me mantinha com o pau tão duro quanto aço. Bruna sorriu, e em tom de brincadeira me disse que se fosse esbarrar novamente, que ficasse mais tempo encostado.
Chegando ao banheiro eu olhava para o espelho e desacreditava no que estava acontecendo. Passei um pouco d’água no rosto, me convenci de que eu poderia me dar muito bem, respirei fundo e saí do banheiro. No mesmo momento encontrei com a Bruna saindo do dela, e na mesa Nanda ainda estava fuçando pelas fotos dos meus contos. Quando chegamos, Bruna brincou com Nanda perguntando se ela
ainda estava viva, e se abaixou para falar algo em seu ouvido. Nesse momento, pouco de espaço sobrou para que eu fosse à minha cadeira, me obrigando a passar me esfregando por ela. A peguei pela cintura de propósito, e encaixando suas nádegas no meu pau aprisionado na minha calça disse me mantendo ali atrás:
- Posso passar, Bruna?
Ela por um momento parou de falar com Nanda, jogou os cabelos de lados e me olhou com feição de felina. Ela sabia o que eu estava propondo, e naquele momento não se fazia de rogada. Nanda ficou meio sem entender o que estava acontecendo, e continuou brincando conosco, nos perguntando o que estava acontecendo. Bruna apenas sorriu para Nanda e disse que estava afim de chocolate sentando-se ao meu lado. Nanda por sua vez puxou a bolsa, dizendo que talvez tivesse um ali, mas Bruna a interrompendo disse que queria o chocolate que estava no meu bolso. Nanda mordeu os lábios, e mesmo sabendo do que se tratava, perguntou sobre qual chocolate ela dizia. Bruna, sem pudor algum mais, segurou meu pau por cima da calça, e mordendo os lábios olhando para Nanda disse:
- Esse aqui…
Nanda percebeu que a brincadeira tinha parado ali, e olhando para o volume da minha calça pressionado por Bruna retrucou:
- E você pretende engolir esse chocolate sozinha?
- Isso só depende do Dyas…
- Particularmente acho que tem chocolate para as duas…
A minha frase encerrou a nossa conversa ali. Depois que Bruna soltou minha calça, Nanda passou com a mão pela extensão toda do meu pau, e perguntou junto a nós dois se não seria legal se saíssemos de lá. Bruna não respondeu nada e começou a juntar suas coisas. Nanda se levantou também guardando suas coisas e eu me ajeitei. Saindo de lá fomos direto ao estacionamento. Tanto eu, quanto Bruna estávamos sem carro no momento. Nanda não respondeu nada, e guiando o caminho nos levou até seu carro. Quando chegamos, percebi a região deserta. Puxei Bruna pelo braço e a joguei em uma pilastra próxima, beijando sua boca e passando minha mão por entre suas coxas. Nanda que estava doida para participar da brincadeira me abraçou por trás, beijando minha orelha e segurando meu pau. Continuei subindo minha mão até encontrar a calcinha melada de Bruna, que gemeu ao toque dos meus dedos deixando minha boca de lado. Nesse momento, Nanda disse no meu ouvido:
- Vem… Vamos a um lugar onde todo mundo pode provar esse chocolate.
Larguei Bruna na hora, dei um longo beijo na Nanda e fui em direção ao carro que estava a poucos passos da gente. Percebi que não ouvia os passos das duas. Olhei para trás, e elas estavam se beijando deliciosamente. Cruzei os braços e admirei aquilo como uma verdadeira obra de arte. Depois de um tempo elas vieram à minha direção. Nanda foi para o assento do motorista, sentei-me ao lado dela, e Bruna foi logo atrás. Nanda disse que a casa dela era a menos de cinco minutos dali. Eu não me aguentava mais, e aproveitando o carro insulfilmado de Nanda, me livrei do aperto abrindo minha calça e deixando apenas a mostra o volume da minha cueca. Nanda quando percebeu que eu já estava um tanto quanto à vontade, largou soltou uma das mãos do volante e começou a usar meu pau como marcha. Bruna começou a ficar inquieta. Olhava a minha rola negra na mão de Nanda e mordia os lábios. Em pouco tempo chegamos ao apartamento de Nanda. Antes que eu pudesse sair do carro, Nanda se abaixou e lambeu a cabeça do meu pau como se estivesse me beijando. Me apoiei no banco do carro e apenas curti as carícias de Nanda.
Ouvi a porta do carro bater, e logo depois a porta do meu lado do carro se abriu. Era Bruna, assistindo a cena mais de perto e me beijar. Beijei aqueles labios deliciosos, sentindo sua mão massageando minhas bolas, enquanto Nanda chupava meu pau com avidez dentro do carro. Aquelas carícias estavam ótimas, mas Nanda interrompeu, pedindo que eu guardasse minha rola e que fôssemos logo ao apartamento.
Me recompus e segui as duas, que já estavam fora do carro. No elevador eu me controlava para não começar a bulinar as duas. Não seria muito bom para Nanda ser vista como a vadia do condomínio onde mora. A tensão estava alta dentro do elevador. De leve nos tocávamos, como que se fosse por total acaso. Quando chegamos ao apartamento, foi Bruna quem me atacou. Voraz, me jogou contra a parede, cheia de vontade, e me beijava, mordendo meus lábios com vontade, enquanto Nanda a mordia a nuca e beijava seu pescoço. Eu sentia a mão das duas tentado me livrar da calça, enquanto eu dedilhava a buceta de Bruna por baixo da saia, e com a outra mão apertava a bunda deliciosa de Nanda.
Não demorou para minha calça parar em meu tornozelo. Me punhetando, Bruna trocava beijos comigo e com a Nanda, que enchia a mão em seus seios fartos e apenas protegidos por uma fina blusinha e um também fino soutien. Com fome de rola, Bruna se agachou na minha frente e começou a me abocanhar. Primeiro chupou a cabeça, passando com a língua por toda a cabeça do meu pau que estava escondida por seus lábios. Nanda me beijava, e eu aproveitava para sentir o quão molhada ela poderia estar. Meus dedos passavam pelos grandes lábios da sua buceta, molhando sua calcinha ainda mais, e Bruna entre nós dois mamava o meu cacete, acariciando as pernas de Nanda.
Comecei a puxar o vestido da deliciosa loira que eu beijava, revelando um corpo forjado para a arte do sexo. Sem soutien, seus seios praticamente saltaram a minha boca quando joguei longe seu vestido. Bruna percebendo sua companheira com apenas uma peça de roupa a ajudou a se livrar do pequeno pedaço de pano que apenas tampava a frente de seu sexo. Com os dentes, Bruna foi descendo a calcinha de Nanda, e mesmo assim se preocupando bastante com meu pau, que não parava de punhatar um só minuto. Quando Nanda se viu livre de toda sua roupa, puxou Bruna e a beijou a boca, compartilhando do gosto do meu pau. Enquanto as duas se beijavam, eu prossegui tirando o resto da minha roupa. Nanda ajudava Bruna a se despir durante o beijo. Uma visão que merece ser guardada na cabeça por muito tempo.
Deixei as duas se divertindo e sentei-me em uma cadeira. Me senti um expectador de camarote de uma maravilhosa peça teatral que parecia ter ganhado todos os prêmios da ilha de Lesbos. As duas se beijavam com carinho e cuidado, trocando carícias, enquanto vez ou outra me olhavam nos olhos, como que se estivessem me convidando a participar da festinha particular. Apenas as encarei e passei a ponta dos meus dedos de baixo a cima no meu pau inchado de tesão.
As duas entenderam o recado, e vindo em minha direção começaram a beijar meu corpo. Na posição que ficaram, me facilitou masturbar as duas, enquanto me beijavam. Bruna foi a primeira a se agachar na minha frente. Segurou meu pau com firmeza e começou a me chupar. Nanda continuou me beijando, e descendo ficando ao lado de Bruna, começou a lamber as partes que a boca de Bruna deixava de fora. Com os seios se tocando, trocavam beijos e carícias usando meu pau como um delicioso obstáculo. Deliciosamente se revezavam quando o assunto era engolir meu pau que já estava com as veias todas à mostra e pulsantes. Elas não mediam esforços para deixar meu pau cada vez mais lubrificado de saliva. Eu sentia baba desde a cabeça do meu pau até as coxas.
Realmente depois daquilo tudo a retribuição deveria ser à altura. Levantei-me, e jogando Nanda no chão comecei a chupar seu grelo. Ela se contorcia conforme minha língua acariciava sua carne intumescida. Bruna para não ficar de fora da brincadeira sentou-se no rosto de Nanda, que gemia abafado enquanto chupava sua companheira de aventura. Meu pau latejava como nunca. Aquelas duas deusas sabiam como excitar de verdade um homem, e não estavam se preocupando em gastar munição comigo. Depois de muito beber do mel daquela buceta depilada e cheirosa, não me aguentei. Fiquei de joelhos, e com as pernas de Nanda nos meus ombros encaixei a cabeça da minha rola na entrada da sua buceta. Sem parar de dar atenção à Bruna, socava os dedos bem no fundo da buceta dela enquanto lambia seu grelo. Ao sentir a cabeça do meu pau prestes a invadi-la, começou um rebolado desconcertante, praticamente lambendo a cabeça do meu pau com seu grelo. Nanda estava dando uma real surra nos dois em questão de proporcionar prazer.
Aquele rebolado me dizia apenas uma coisa: “Me fode”. E atendi como um atencioso cafajeste. A puxando pelas coxas, deixei meu pau se enterrar até as bolas na sua pequena buceta. Nanda gemia e por um momento tirando a boca da buceta da Bruna, me olhou fixamente, enquanto enfiava com vigor dois dedos na buceta dela que pingava gozo e baba. Com as pernas nos meus ombros e minhas mãos em seus quadris, Nanda se entregava ao prazer enquanto Bruna rebolava na sua cara. Vendo sua amiga tremendo e gozando diversas vezes, Bruna decidiu ajudá-la, e deitando sobre seu corpo ainda oferecendo sua xota para Nanda desfrutar com a boca, começou a retribuir as lambidas de Nanda lhe lambendo o grelo que já era acariciado pela minha rola que entrava e saia com vontade. Vendo aquilo eu brincava tirando meu pau da buceta de Nanda e passando na boca da Bruna, deixando ela sentir o gosto da amiga.
A cada gozada de Nanda, um novo berro era ouvido. Nanda tremia, rebolava, queria mais. E eu e Bruna continuávamos a fazer Nanda atingir quilômetros do chão. Ela dava a aparência de não estar mais lá. Totalmente entregue e quase sem forças, tentava ainda vez ou outra dar uma lambida mais forte na buceta da Bruna, mas em vão. Ela já estava completamente entregue às delícias e prazeres que nós dois a proporcionávamos.
A buceta de Nanda já tinha causado uma enorme poça no chão, mas mesmo assim parecia me fazer um oral, apertando minha rola na sua buceta. Ela, mesmo quase sem forças, ainda buscava engolir minha pica usando a buceta. Mesmo sentindo que eu ia tirando vagarosamente minha rola de dentro do teu buraco quente e úmido, continuava rebolando tentando me colocar para dentro novamente. Quando minha rola saiu por completo da sua buceta, um fio do seu mel escorria pela cabeça inchada e lisa do meu cacete.
Bruna aproveitou o ensejo para novamente abocanhar a minha rola. Veio com a boca aberta e língua pra fora, faminta. Interrompi seu percurso com um dedo em seu queixo, fazendo-a olhar nos meus olhos, e com seu lábio inferior tocando a cabeça do meu pau ouviu atentamente ao que eu dizia:
- Não, vadia… Não quero tua boca… Tu vai engolir meu caralho mas de outra forma…
Levantei-me e fui em direção à sua bunda. Nanda me viu se aproximando e se ouriçou toda:
- Hmmm… Vem negão… Deixa eu molhar essa pica antes de você meter nessa cadela…
Atendi o pedido baixando minha rola até sua boca. Ela tirando uma das mãos debaixo de Bruna, segurou meu pau com firmeza e mamou forte a cabeça, me fazendo delirar. Depois de sugar a cabeça da minha rola como se quisesse me engolir inteiro, Nanda guiou minha rola até a entrada da buceta da Bruna, e lambendo o grelo dela, ajudava com a mão a minha pica invadir aquela gruta que fazia escorrer pelas pernas aquele mel com cheiro de volúpia. Quando minhas bolas encontraram o corpo de Bruna, Nanda encheu a boca com uma das minhas bolas. Gritei de tesão com aquilo. Comecei um movimento cadenciado, segurando firme na cintura da Bruna. Ela gemia alto, gostoso, me fazia sentir mais e mais vontade de socar tudo naquela deliciosa buceta. Nanda cooperava, retribuindo as gozadas que Bruna tinha lhe oferecido lambendo e chupando o grelo de Bruna com vontade.
Aquela cena me deixava com mais e mais tesão. Eu via a minha rola entrando e saindo da buceta da Bruna, e os olhos fechados de Nanda que lambia tudo o que estava presente ali. Não só o grelo de Bruna, como meu pau e o meu saco eram alvos daquela língua deliciosa. Eu sentia que a cada lambida de Nanda minha porra se manifestava mais forte para sair. Conforme eu me segurava, mais forte eu puxava Bruna pela cintura, que já berrava desesperada, gozando com a intensidade das estocadas, e dos dedos maliciosos de Nanda que a masturbavam enquanto meu corpo batia contra o dela.
Meu suor escorria pela testa. Eu mordia meus lábios a ponto de machucá-los, Bruna berrava e Nanda a dava cada vez mais motivos para berrar ainda mais alto. Chegou uma hora que o gozo me venceu, e tirando minha rola da buceta da Bruna, jorrei minha porra quente apontando para o rabo dela. Meu leite branco e viscoso escorria por entre as nádegas dela, passando pelos grandes lábios até encontrar a boca de Nanda, que sedenta não deixava escapar uma gota sequer. Respirei fundo e me joguei sentado em um sofá próximo dali. Assisti de camarote Nanda compartilhando minha porra com a Bruna em um beijo extremamente quente. As duas me olhavam como se estivessem saciadas, e sentaram-se ao sofá me deixando entre as duas. Trocávamos beijos e carícias ali. E mesmo depois de ter gozado tanto, eu ainda não observava aquele momento como missão cumprida.






Delicioso!