Sempre tive vontade de voltar a estudar. Fazer algo novo, ousar novas atitudes, sair um pouco da área a qual eu me encontrava e partir para coisas inusitadas. Foi assim que acabei prestando para medicina em uma grande faculdade do país. Realmente nunca foi a minha vocação, passei minha vida inteira mexendo com computadores e analisando problemas de lógica e fluxo, mas como as coisas estavam indo muito bem e eu já não precisava de muito esforço para ganhar dinheiro, resolvi fazer algo de útil com ele ao invés de gastar em casas noturnas e bebidas.
Confesso que desacreditei quando vi meu nome como terceiro da lista de aprovados. Não pensei que o conhecimento que eu tinha acumulado por todos esses anos tinha me trazido tamanho know-how. Joguei o jornal de lado e corri para a administração da faculdade para resolver a documentação e tudo mais o que eu necessitaria para começar os estudos. Por um momento estava crente que dessa vez meus instintos de cafajeste me abandonariam e eu poderia ser um cara completamente normal, mas como sempre, o universo conspira.
Quando cheguei próximo à administração percebi uma fila que com certeza iria demorar e muito para andar. Resolvi deixar para lá fazer a matrícula tão cedo e fui a um bar próximo. Sentei-me no balcão e pedi por uma gelada cerveja para poder refrescar o calor extremo que estava fazendo aquela hora. Comecei a beber tranquilamente olhando para o nada, quando ouço uma voz feminina de tom suave e levemente infantil ao meu lado pedindo por 3 pirulitos. Nesse momento meu rosto, como sempre virou-se involuntariamente, e dei de cara com uma mulher, de pele clara, cabelos escuros, rosto macio e belo, com um sorriso lindo. Por um momento me vi hipnotizado por ela, esquecendo minha cerveja aquecendo no balcão. Quando dei por mim estava a observando, enquanto corria em direção a duas amigas dela lhes entregado os doces. Depois que sumiu do meu raio de visão, voltei ao balcão e perguntei ao funcionário do bar se elas eram estudantes da faculdade, e ele me confirmou. Depois disso, passei a lhe fazer um vasto interrogatório de como era a vida por lá e reparei que não era nada fora do comum. As sextas regadas a cerveja, mulheres deliciosamente vestidas, ambiente sossegado, em suma, meu novo lar, mas agora com um nobre propósito.
Depois de uns dois meses as aulas começaram. Eu estava tão focado em resolver estudar que até tinha me esquecido da garota que vi no bar. De notebook na mochila, barba por fazer e roupa bem casual fui para o meu primeiro dia de aula. A faculdade parecia um enorme shopping center. Restaurantes, estacionamento amplo, salas muito bem decoradas e muita gente bonita. Eu estava me preparando para a primeira aula quando me lembrei de um simples detalhe, o trote. Quando menos percebi, eu parecia ter passado por um acidente de caminhão de tintas, e, como calouro, eu não poderia falar nada. Foi quando acabei vendo aquela garota do bar novamente. De sacanagem, resolvi revidar a zoeira que estavam me fazendo por lá e comecei a correr atrás de algumas pessoas para abraçá-las e distribuir a tinta que me jogavam. Foi quando ela não teve escapatória, e num abraço forte acabei sujando seu corpo e seus cabelos de tinta. Assim eu conheci Jéssica. Menina mulher, de olhos grandes e curiosos e um corpo feito para o pecado.
Ao passar do tempo nossa amizade foi se fortalecendo, com direito a baladas de finais de semana e vez ou outra viagens para o litoral, porém sem rolar nada. Estávamos bem interessados em continuar sendo realmente amigos e nada mais, até que num belo dia, enquanto trocávamos mensagens pelo celular durante uma das nossas aulas, ela acabou me fazendo uma confissão:
“Acho que preciso de um namorado…”
“Desistiu da vida de solteira sim, sozinha nunca?”
“Não é isso… É que são outras coisas”
“Precisando de alguém pra pagar o cinema ou o motel? Rs”
“Os dois…”
Ler aquela mensagem me fez ficar com um tesão louco, apesar de ter jurado a mim que não tentaria pegar ninguém da faculdade. Tentei deixar de lado aquela mensagem, mudar de assunto, mas não consegui:
“Anda com tanta fome assim pra ter que arrumar alguém fixo?”
“Vou te confessar. Na fome que eu ando, comeria até dois ao mesmo tempo!”
“Gulosa! Você nem tem cara disso! Rs”
“Está me chamando de santa?”
“Virgem… hahaha”
“Não apela… Mas na fome que eu tô, pegaria o primeiro que aparecesse na minha frente.”
“Cuidado com o que pede que pode se tornar realidade.”
“Ai Dyas… Sabe quando você começa a subir pelas paredes?”
Eu olhava incrédulo para o celular. Não conseguia acreditar que era a própria Jéssica que me escrevia aquilo. E ainda no dia ela estava muito provocante. De vestido curto e decotado, cabelos lisos soltos caindo por cima do decote, um batom leve vermelho, uma sandália com um leve salto. Eu a imaginava olhando para a tela e meu tesão aumentava cada vez mais. Fiquei sem mandar mensagens por um tempo, quando ela retornou:
“Do jeito que eu estou aqui, vou acabar é pegando o professor.”
“E porque não me pegar?”
Nessa hora ela que ficou um tempo sem responder. Imaginei que estivesse resolvendo a sua situação, e já estava guardando o celular no bolso quando ele vibrou novamente:
“Você não me aguenta”
Frases desse tipo costumam me causar uma única reação. E como eu já estava completamente excitado, aquele foi o gatilho pra me fazer sair de órbita. Disfarçadamente, segurei meu pau por cima da calça, tirei uma foto e mandei pra ela com a mesma frase que tinha me enviado. Depois disso, não recebi mais nenhuma mensagem. Eu passei a imaginar que tinha passado dos limites, pensei até em me desculpar, mas resolvi esperar que ela se pronunciasse. A aula acabou, e nada dela me mandar algo. Passei a arrumar minhas coisas, e como geralmente tenho bastante calma pra isso, acabo sendo o último a sair da sala. O abrir e fechar da porta pouco me preocupava, mesmo porque sempre um ou outro esquecia algo na sala. Estava terminando de juntar tudo e colocar na mochila, quando ouço a porta abrir, um perfume parecido com o de Jéssica invadindo a sala e segundos depois, uma mão passando pelo meu pau por cima da calça, que mesmo com o sentimento de culpa continuava duro como pedra.
- Você tem noção do que está fazendo Jéssica? Estamos na sala de aula, se alguém pega a gente…
- Você que não tem noção do que fez, Dyas. Queria vir conferir se era de verdade o que me mostrou por foto, seu puto.
Eu suava frio e confesso que tentei ainda por alguns instantes escapar das garras dela, mas meu tesão começava a falar mais alto. Sala de aula, faculdade, o perigo de ser visto por alguém, a possibilidade de sermos expulsos. Era como se tudo aquilo fosse querosene para o meu fogo, que aumentou em proporções exponenciais quando ela se sentou no meu colo de frente para mim com as pernas abertas rebolando e roçando tua minúscula calcinha sobre a minha calça. Eu realmente ainda tentava manter um pouco a sanidade, e mesmo com tanto tesão ainda relutava em relação ao que estava acontecendo, mesmo retribuindo com a mesma vontade e calor seus beijos.
Conforme a intensidade aumentava, mais os pudores desapareciam. Em pouco tempo me rendi ao que estava ocorrendo, e minhas mãos já encontravam seus médios e macios seios, enquanto ela me mordia os lábios e buscava abrir a minha calça. Ela estava com fome, e tinha conseguido acordar a minha vontade de comer. Meu pau pulsava dentro da minha calça como se fosse aquela a primeira vez que eu fosse fazer sexo. Sem trocar nenhuma palavra, continuávamos o que parecia uma luta com ela sobre o meu colo. Vez ou outra seus cabelos eram enrolados na minha mão, o que rendia um suspiro profundo de dor e prazer. Ela não parava um minuto de se movimentar para conseguir livrar meu membro inchado de dentro de sua prisão de pano.
Jéssica conseguiu depois de um pouco de esforço abrir o zipper da minha calça fazendo com que o meu pau duro saltasse por entre as trilhas de ferro. Olhava boquiaberta para o meu cacete, enquanto me masturbava devagar com aquelas mãos pequenas e quentes. Por um momento ficamos ali dando um prazer superficial um ao outro. Suas mãos no meu cacete, e meus dedos passeando por baixo de sua calcinha abrindo os seus grandes lábios. Foi quando voltei a me lembrar de onde estávamos e em qual situação. De súbito a tirei de cima de mim, mas com a intenção de me recompor, fechar minha calça e sair dali, mas ela entendeu que eu queria um boquete, o que não era nenhuma mentira, e escorregando sinuosa como uma cobra entre minhas pernas, ajoelhou-se no chão, e segurando meu pau com firmeza começou a encaixá-lo em sua pequena, mas deliciosa boca.
Eu tentava dizer não, tentava não querer aquela saliva deliciosa escorrendo pelo meu pau molhando toda a minha calça, mas era impossível. Ela não me dava chance alguma de tentar escapar. Simplesmente me vi rendido entre seus lábios que subiam e desciam fazendo a carne inchada da minha rola desaparecer como mágica. O que era um rosto de moça de família, recatada e estudiosa, agora dava espaço a uma feição de vadia gulosa, uma fera esfomeada em busca de delimitar seu espaço e mostrar o seu domínio.
Ela me jogou na cadeira e continuou com aquelas deliciosas carícias. Eu apenas a observava, sentindo sua língua subindo de quase perto do meu saco até a cabeça, quando ouço o toque de mensagens do meu celular. Ignorei completamente o chamado, e continuei a assistir àquela pequena deusa me proporcionando um dos boquetes mais deliciosos que eu já tinha recebido. Ela também mal fez menção ao aparelho, e continuou sem piedade alguma a chupar com vontade e força. Em menos de três minutos, era o celular dela que viria a tocar. Outra mensagem que ignoramos pelo calor do momento. Sua boca estava mais preocupada em sugar ao máximo a minha rola grossa e dura, e me provar que sua fome era real.
Comecei a puxá-la por seus lisos cabelos, e conforme o tesão aumentava, mais forte os puxava. Ela gemia sentindo que quanto mais sua boca apertava meu pau, mais forte eu puxava seus cabelos. Eu estava pronto para jogá-la em cima da mesa, tirar aquela calcinha minúscula dela e chupá-la até que se acabasse em minha boca quando a porta da sala abre.
- Dyas, você viu a… Jéssica!?
Era Jorge que entrava sala a dentro me procurando. Entrou sem perceber o que estava havendo, e tomou um susto quando se deparou com Jéssica no chão, de pernas abertas, com o vestido batendo na cintura, olhando fixamente aos olhos dele sem tirar meu pau da boca. Jorge ficou atônito ao olhar aquilo. Tanto aos meus olhos, quanto aos dele, Jéssica não era do tipo de mulher sem vergonha alguma.
- O que foi, Jorginho? Nunca assistiu um pornô? – Disse Jéssica segurando meu pau passando pelos lábios.
- Desculpa… Desculpa, gente… Tô saindo… Espero vocês lá fora! Eu não sabia, juro… – Jorge não tirava o olho da cena, mesmo dando passos lentos para trás.
- Ah Jorginho… Fica… Vai ter chupada pra você também…
Nesse momento, Jéssica deu mais uma chupada forte no meu cacete e foi em direção à Jorge, que ficou simplesmente petrificado com a situação. Jéssica, mesmo mais baixa que ele, puxou o grandalhão de um metro e noventa e cinco de altura, e na ponta dos dedos beijava seu pescoço, descia pelo seu tórax, abdômen, até chegar à calça que já apresentava um volume desde o momento ao qual ele tinha visualizado a cena. Continuei na cadeira sentado, assistindo Jéssica brincar com o que agora era seu novo brinquedo. Com jeitinho, abriu o zipper da calça dele, e com uma fome que parecia não cessar nunca abocanhou a rola de Jorge, que se contorceu todo ao sentir a boca ávida de Jéssica apertando a sua cabeça.
Continuei sentado na cadeira apenas observando a cena. Da forma que ela estava me dava uma visão privilegiada da sua bunda. Jéssica era do tipo de mulher pequena, mas tinha uma bunda considerável. Redonda e bem feitinha, fazia a cabeça de muito marmanjo nas viagens que fazíamos ao litoral simplesmente explodir. Decidido a ficar de vouyer, cruzei os braços, enquanto Jéssica fazia o grandalhão do Jorge virar os olhos enquanto o chupava. Estava até pensando em ir embora, pois eu sabia dos desejos de Jéssica em relação à ele, e encararia tudo como se nada tivesse acontecido, mas com um jeitinho que mataria qualquer atriz pornô de inveja, ainda lambendo o pau do Jorge, Jéssica me chama, com olhos de tarada, me perguntando se não queria dar mais do meu “chocolate” para ela. A brincadeira estava começando a ficar boa.
De pé, fiquei ao lado dela. Quando me aproximei, ela segurou com firmeza meu caralho, me punhetando forte, enquanto abocanhava seu outro brinquedo. Agachada ali entre os dois, fazia bem seu papel de faminta, intercalando qual pau colocaria na boca e qual punhetaria. Perigo, faculdade, pudores, vergonhas, tudo tinha sumido ali naquele momento. O que existia era apenas uma mulher sedenta por sexo não importando com mais nada a não ser gozar intensamente. Ela se levantou entre nós dois, e fez questão de sentir os dois cacetes duros e quentes tocando seu corpo enquanto tirava seu vestido e jogava de lado. Com cara de tarada, acariciou as duas rolas que lhe contemplava, foi em direção à minha mesa, e jogando os cabelos para o lado se apoiando com as duas mãos perguntou:
- E aê? Quem será o primeiro a tentar matar minha fome?
O sorriso que ela nos soltou era tão maravilhoso quanto aquele traseiro delicioso que nos oferecia. Jorge quis me dar a preferência, mas como bom anfitrião, deixei que fosse na frente. Ele foi em direção à ela, pincelando seu rego com a cabeça do pau até chegar na sua xota, que já escorria de tanto tesão e vontade. Quando a cabeça do pau de Jorge invadiu sua buceta, Jéssica soltou um agudo gemido, massageando seus seios e se jogando para trás, para sentir inteiro o corpo diferente que não sentia há tanto tempo lhe possuindo. Jorge a segurou pela cintura, e também demonstrando fome, a puxava com vontade, fazendo seus corpos baterem com força. Parei ao lado dela, e enquanto era preenchida por Jorge, e ela me dedicou uma punheta com aquela mão macia e delicada. Cuspia na cabeça do bem pau para deixá-lo bem molhado, e gemendo não parava de subir e descer a mão habilidosa que já deve ter feito muitos caras por aí bem felizes.
Totalmente possuída por Jorge, Jéssica tremia, gemia, se jogava querendo mais, enquanto minha rola pulsava em sua mão, clamando pelos teus carinhos. Jéssica já se mostrava quase sem forças à cada gozada que dava por estar sendo possuída daquela forma que não se aguentou e saindo da rola de Jorge, ficou de quatro no chão. Aquilo foi o bastante para que Jorge a puxasse pelos cabelos e a fizesse engolir toda sua rola. Eu vi aquela bunda maravilhosa para cima e pensei em comer aquele rabinho antes de mais nada. Pincelei a cabeça do meu pau no seu cuzinho e ela se jogou pra frente, quase se engasgando com a rola de Jorge. Desesperada, parou o oral na hora com ele e suplicando disse:
- Faz de tudo comigo, mas por favor, não mete aí não… Dói demais!
Eu dei um sorriso safado, enchi a mão na sua bunda e disse:
- Por hoje vou te respeitar, putinha… Só por hoje, vadia…
Segurei firme minha rola e desci com ela pra entrada daquela buceta quente que já exalava um delicioso e doce cheiro, escorrendo tua baba por entre as pernas dela. Deixei minha rola escorregar devagar até que meu corpo encontrasse o dela. Ela gemia com a rola de Jorge na boca, enquanto rebolava sentindo meu cacete duro até as bolas naquela buceta quente. Jéssica não conseguia esconder o tesão que estava sentindo ali. Eu sem piedade alguma, puxava Jéssica com força, fazendo minhas bolas baterem na entrada da sua buceta, enquanto Jorge a puxava já pela nuca, a fazendo engasgar com a rola dele.
Jéssica não conseguia engolir sua saliva, e criou uma enorme poça no chão. Mesmo assim, a nossa única preocupação era gozar. E Jéssica já estava muito bem servida, e gemia abafado por conta da rola de Jorge que desaparecia por completo na sua boca. Sussurrando, eu e Jorge a chamávamos de puta, vadia, cadela, e ela retribuía nos mostrando o quão vagabunda poderia ser de verdade. Jorge tirou a rola da boca de Jéssica e sentou-se a uma das cadeiras que haviam lá. Jéssica entendeu o recado, e engatinhando saiu da minha rola, depois se levantou, caminhando lentamente até ele. Virou-se de costas, ajeitou o cacete na sua buceta e foi sentando devagar, sorrindo e passando com a mão pelos seus seios. De maquiagem borrada, combinava uma feição de felicidade e prazer. Jorge gemia sentindo aquele corpo quente se remexendo todo em seu colo. Cheguei ao lado dela, e Jéssica se mostrou desesperada querendo mais uma vez ter sua boca preenchida enquanto rebolava em um cacete. Se abaixou levemente, e enquanto Jorge a fazia subir e descer, Jéssica engolia meu pau, batendo uma punheta ao mesmo tempo.
Nós três pingávamos suor. Jéssica entre nós dois se mantinha na luta de conseguir seu precioso leite, de cabelos úmidos, maquiagem borrada, corpo sujo e molhado, gemendo e tremendo à cada intensa gozada. Jorge por um momento calou-se, segurou firme a cintura de Jéssica e a tirou de seu colo. Rapidamente a jogou no chão, e ela, de joelhos, ficou olhando para cima, enquanto Jorge batia uma punheta. Me aproximei, e novamente ela voltou a me oferecer uma punheta. Sua mão subia e descia rápido, na mesma intensidade que Jorge se masturbava. Vez ou outra lambia a cabeça da rola dura de Jorge, enquanto ele urrava sem parar com seu membro na mão.
Quando o primeiro jato de porra de Jorge acertou seu rosto, Jéssica largou meu pau imediatamente e focou sua atenção a ele. Jéssica segurou Jorge pela cintura e o abocanhou, deixando a porra escorrer pelo canto da boca, fazendo-a pingar em seus deliciosos seios. Jorge a puxava pela cabeça, e conforme gozava, a força diminuía. Jéssica só tirou o pau de Jorge da boca depois que tinha amolecido por completo. Percebi que por alguns segundos ela estava maravilhada pelo fato de ter feito o cara que ela curita chegar ao orgasmo e acabou me esquecendo. Bati com o pau no seu rosto para lembrar que eu estava lá, e ela no mesmo momento voltou a me chupar.
Era notório que eu também estava prestes a ter um orgasmo. Meu corpo tremia enquanto eu tentava me segurar, enquanto Jéssica chicoteava a cabeça do meu pau com a língua. Sem aguentar mais suas carícias, me entreguei ao resultado já esperado por nós dois. Jéssica estava com a minha rola por completo na sua boca quando comecei a gozar. A cada jato de porra, minha pica pulsava forte, minha respiração descompassava, meus batimentos cardíacos aumentavam, e Jéssica curtindo o leite, brincava passando a língua suja de porra pela cabeça da minha rola. Jorge estava sentado, acompanhando a cena e tentando tomar um fôlego. Quando percebeu que eu também tinha terminado, nos alertou:
- Gente, precisamos ir. Se entra alguém…
Jéssica puxou da sua bolsa um lenço e fez questão de limpar a rola dos dois antes de vestir sua roupa novamente. Nos vestimos relativamente rápido e saímos da sala tentando não deixar nada que nos incriminasse para trás. Apagamos a luz, e quando chegamos no corredor, o segurança da faculdade estava chegando para averiguar justamente a sala que estávamos. Jorge tomou um susto quando o viu, mas tanto eu quanto Jéssica agimos normalmente. Comecei a inventar que estávamos vendo alguns slides sobre um próximo trabalho, enquanto Jorge estava branco de medo do segurança descobrir algo. Quando ele chegou perto, fiquei com medo de Jorge desmaiar, mas o segurança simplesmente nos disse:
- Pessoal, melhor correr, senão ficarão trancados por aqui.
Saímos continuando a falar do tal trabalho imaginário, e quando chegamos do lado de fora, ríamos como loucos. Jorge ficou tenso pelo fato de quase ser descoberto, mas mesmo assim se rendeu às risadas. Brincadeiras como essa não mais aconteceram, mas trouxe Jorge um pouco pra mais perto de Jéssica. Os dois ficaram juntos por um bom tempo depois. Eu não consegui me formar. Com o tempo, percebi que realmente faculdades não eram a minha praia, e retornei à boa vida de cervejadas, festa e muito suor.






Quem me dera ter o prazer de um acontecimento como esse. Muito bom, só de lembrar já….
ahh que bom ter contos teus de novo. ter o prazer de deliciar ctg é muito bom.. saudades. beijo!
Amei o conto Dyas…
poastando aki só pra vc ficar feliz e escrever mais contos pra mim, ok…
bjoss
Vc é bom no que faz…Vc sabe disso…Adorei o conto!
Amei o conto !
Tô toda molhadinha de tesão …..