No relógio já marcavam vinte horas daquela sexta feira de tempo ameno. Eu andava mais rápido pelo saguão do prédio para alcançar o elevador cuja porta estava para fechar. Por sorte consegui apanhá-lo a tempo, não via a hora de chegar ao meu recanto de sossego. Eu, falando ao celular, mal percebi que o botão do meu andar já estava pressionado, e muito menos percebi quem estava naquele cubículo comigo. O elevador fez seu percurso pelos doze andares comigo combinando com mais uma da minha lista de contatos do celular o que faríamos na noite seguinte. Como mal me preocupei em saber quem era, continuei com o papo cheio de nuances quentes e deixando claro que a minha vontade com a deliciosa mulher ao qual eu falava era passarmos a noite inteira trepando como dois animais. A porta se abriu quase ao mesmo tempo ao qual eu desligava a chamada e guardava o celular no bolso. Nesse momento, de relance, pude perceber minha calada companhia. Eu já a tinha visto várias vezes no prédio, mas nem imaginava que morava logo à minha frente. Loira, de seios médios, um corpo simplesmente delicioso sendo acariciado pelo fino pano do vestido azul que trajava. Por um momento percebi o tempo passar mais devagar. Ela sem sequer me olhar, foi em direção à porta de seu apartamento. Parei um tempo e conferi o seu andar. A cada passo, seu vestido solto batendo no meio de suas coxas parecia querer subir e me mostrar além de suas belas pernas. Meu celular tocou me tirando daquele transe. Nesse momento, ela olhou para trás e por alguns segundos nossos olhares se cruzaram. Continuei a conversa no celular, dessa vez mais profissional, e me dirigi até meu apartamento.
Quando desliguei o telefone, já largado no sofá, com meu terno jogado de lado, fiquei um tempo olhando para o nada, me perguntando como ainda eu não tinha percebido o quão a minha vizinha da frente era deliciosa. Quantas vezes eu devo ter passado por ela sem ao menos perceber? Até pensei em levantar e bater à sua porta, puxar conversa, mas mais uma vez meu celular toca, e mais uma proposta de noitada me veio desse papo. Cansado, e animado por mais uma possibilidade de festa no sábado, me levantei e fui em direção ao banheiro, quando a campainha tocou. Fui atender e era ela. Minha vizinha, ainda trajando aquele vestido azul. Por um momento meus olhos se perderam meio ao decote delicioso que mostrava que ela não estava usando soutien. Eu, com um sorriso no rosto, falei:
- Olá, pois não?
- Oi! Desculpa chegar assim do nada. É que meu computador quebrou, e eu ouvi algumas pessoas falarem que você trabalha com isso, então queria saber se você pode me ajudar.
Cocei a cabeça, pensei por uns dois segundos. Eu trabalho sim com computadores, mas manutenção não é muito minha praia, porém porque eu negaria ajuda a uma vizinha tão deliciosa?
- Olha… Desculpa, mas manutenção não é muito minha praia, porém conheço outras pessoas que podem lhe ajudar. Quer entrar?
- Não, não. Não quero incomodar. Estou vendo que chegou do serviço agora. Posso ver isso depois. Meu nome é Thais, pode me chamar em casa quando conseguir.
- Ah Thais, eu faço questão de te ajudar. Entre e eu procuro pra você o número de um amigo meu. A propósito, meu nome é Dyas.
Falando isso, abri bem a porta e mostrei o quão sério era o convite. Ela sorriu, e passando pela porta disse:
- Muito prazer, Dyas! E muito obrigado mesmo, viu?
- Que é isso, Thais? Não tem do que agradecer! Por que não se senta? Vou buscar alguns cartões.
Notei que ela estava sem jeito. Talvez o impacto do meu apartamento ser completamente diferente de apartamentos de homens solteiros comuns deve tê-la chocado um pouco. Nas paredes algumas pinturas, uma televisão de tela grande, um sofá combinando com cortinas e tapete, um barzinho de canto. Quando retornei com o cartão da assistência técnica do meu amigo ela disse:
- Meus parabéns! Seu apartamento é lindo! Você é casado?
- Não! Fujo desse tipo de relacionamento. – Respondi rindo.
- Pergunto por que é raro homem solteiro ser tão organizado. – Disse ela rindo.
- Verdade! Mas como recebo muitas visitas aqui, melhor sempre manter tudo bem limpo. Aceita algo pra beber?
- Ai Dyas, obrigada! Você já está fazendo demais só com o cartão mesmo. Não quero incomodar.
- Você não incomoda. E outra, eu beberia sozinho se você não estivesse aqui. Me acompanha? Ganhei de um cliente uma garrafa de vodka envelhecida. Acho um desperdício bebê-la sozinho.
- Vodka? Adoro vodka! Mas só um copinho. Não quero dar vexame justo na primeira vez que conversamos!
Começamos a gargalhar, e fui buscar os copos e a garrafa. Ela ficou encantada com a coloração dourada da bebida, dentro de uma garrafa totalmente estilizada.
- Isso deve ter custado uma fortuna! – Disse ela.
- Nem me preocupo com isso. É um cliente que gosta muito dos meus serviços. Ele talvez esteja querendo me comprar, pra falar a verdade. Às vezes noto uns olhares meio estranhos dele pra cima de mim. – Disse eu gargalhando.
Ficamos ali naquele papo descompromissado por um tempo, bebendo aquela vodka que realmente era perfeita. Eu sem falar nada, mantinha sempre seu copo bem cheio, e ela depois de dois ou três goles já não se importava mais com a quantidade de bebida no copo. Na verdade, estávamos tão distraídos com o papo que não percebemos que a vodka estava começando a tomar nossos sentidos.
- Dyas… Seja sincero… Você é garoto de programa, não é? – Perguntou Thais gargalhando.
- Eu!? Garoto de programa? Não chego nem perto!
- E esse monte de mulher que te visita?
- Anda me espionando, é?
- Ah! Só sou um pouco curiosa. Apenas as vejo chegando à noite e indo embora cedo.
- E mesmo assim perguntou se eu era casado.
- Ah Dyas! Certas perguntas não se fazem assim tão na cara, né?
- E quais perguntas tua mente curiosa quer fazer para mim?
- Não faz isso senão fico com vergonha!
Sorrateiramente, cheguei mais perto, e passando uma de minhas mãos pela sua coxa, perguntei quase sussurrando em seu ouvido:
- Não tem mais nada mesmo que queira perguntar?
- Ai Dyas! A gente está indo longe demais! Melhor pararmos!
A minha mão de forma ingênua, porém safada, passeava pela sua coxa lisa por baixo do vestido. Ela fechava os olhos, mordendo os lábios e se entregando pouco a pouco. Quando minha mão tocou a sua calcinha, ela desesperadamente se levantou, se ajeitando.
- Não! Não posso Dyas! Já te incomodei demais, preciso ir pra casa. Essa vodka me deixou tontinha! Não podemos!
Ela começou a caminhar, tentando se desviar dos móveis. Eu levantei logo após, e por trás a abracei. Aquele perfume delicioso dela combinado ao suspiro que soltou sentindo meu corpo colado ao dela fez meu pau endurecer em segundos. Dei um suave beijo no seu pescoço à mostra por conta do cabelo preso e disse:
- Você não pode? Você não quer? Não é curiosa a ponto de saber o que faz com que tantas mulheres venham me visitar?
- Ai Dyas… Nos conhecemos agora! O que vai pensar de mim
- Eu vou pensar que sabe aproveitar um bom momento.
E assim comecei a acariciar seus seios e morder de leve sua orelha. Ela gemia baixinho, tentando evitar as minhas mãos, se contorcendo de leve, mas sem muito esforço. Gemendo, me pedia para parar com aquilo, que eu deixasse com que fosse embora, mas minhas mãos não paravam de massagear seus seios e minha boca não parava em seu pescoço. A situação quente fazia com que ela aos poucos se soltasse, e o que eram tentativas de escapar, se transformavam em leves reboladas no meu pau. Comecei a descer minha mão devagar pelo seu corpo, e quando senti o elástico da calcinha por baixo do vestido, ela se jogou de frente tentando escapar mais uma vez. Dessa vez, a puxei, com a minha mão em cheio entre suas pernas. Sentindo minha mão tomando sua buceta por completo como se estivesse a protegendo e com a força que a puxei, ela juntou novamente o corpo com o meu e jogou sua cabeça para traz, se apoiando no meu ombro. Começamos a nos beijar ali. Um beijo suave e carinhoso, enquanto minha mão buscava levantar seu vestido. Quando consegui passar minha mão por dentro da sua calcinha, ela me mordeu levemente o lábio e suspirou fundo, sentindo meu dedo tocando seu quente e molhado grelo. Com a calcinha entre nossas mãos, ela acompanhava meu ritmo, enquanto tocava os seios, gemendo de prazer e vontade, entregue aos meus braços. Depois de muito sentir aquele grelo pulsante, tirei meus dedos completamente encharcados da sua calcinha e os levei às nossas bocas. Ela lambia e chupava meus dedos como se estivesse me proporcionando um oral. Minha outra mão buscava seus seios por baixo do vestido. Quente pelo momento e pela vodka, ela mesma abaixou as finas alças de sua roupa, e se despiu em questão de segundos, ficando apenas de calcinha no meio da sala. Cheia de vontade, se virou de frente para mim, e me beijando como louca, começou a acariciar meu pau por cima da calça.
Eu me livrava da minha roupa como podia, e ela me ajudava, cheia de vontade e tesão. Minha calça foi parar perto da porta de saída, minha camisa jogada em cima de uma estante onde eu ostentava algumas coleções literárias. A vontade dela pareceu aumentar ainda mais quando viu meu pau escapando da cueca, babando e de cabeça completamente inchada e lisa. Quando ela viu a grossura e o tamanho enlouqueceu e começou a me beijar o corpo completamente descontrolada. O descontrole dela era tamanho que me desequilibrei e cai sentado no sofá. Ela veio felina para cima de mim e com ferocidade arrancou a minha cueca, me olhando nos olhos com cara de vampira começou a lamber a cabeça do meu pau segurando firme na base. Soltei seus cabelos, e ela os jogou para o lado, cobrindo minha coxa com os loiros e lisos fios. Habilidosa, me fazia gemer alto enquanto lambia e mordia de leve a cabeça da minha rola. Sua língua passeava pelo meu pau como se já soubesse cada terminação nervosa que eu gostava de sentir. Encarando-me, ela lambia das minhas bolas até a cabeça, chupava enquanto me masturbava, engolia minhas bolas e me batia uma punheta. Confesso que aquele boquete estava realmente me fazendo ver estrelas.
Eu sentia a baba dela escorrendo pela minha virilha. Ela não parava um momento de me chupar, apoiando aqueles peitos macios e deliciosos em cima da minha coxa. Vez ou outra ela brincava com os bicos dos seios na cabeça da minha rola e sorria, me provocando cada vez mais. Não me agüentei e a puxei pelo braço. Ela veio pra cima de mim e beijei-lhe a boca mais uma vez. A vadia deliciosa aproveitou o momento para me bater uma. Aquela mão lisa subindo e descendo na minha rola dura e ensopada me fazia morder seus lábios com tanta força que em um leve momento de lucidez imaginei tê-la machucado. Ela não parava de me masturbar, e a cada mordida, sorria, e subia e descia com a mão mais rápido. A joguei de lado e ela quicou no sofá. Ela jogou de lado seus cabelos já todos desgrenhados e sorriu. Eu fiquei de joelhos no sofá com a intenção de ir para cima dela. Ela parou meu movimento com um pé no meu peito, e passou a acariciar meus pelos. Puxei o pé dela e trouxe à minha boca. Comecei a beijá-lo de leve, olhando-a nos olhos. Ela gemia olhando não só para o meu rosto, como para o meu pau, que pulsava já quase seco. Ela com o outro pé começou a acariciar minha rola. Passou com o pé por toda sua extensão, ficou brincando com o polegar na cabeça dele, e quando soltei o outro pé, ela começou a me masturbar prendendo minha rola entre eles. Aqueles pés lisos e macios, indo e voltando tão delicadamente no meu pau me levava a loucura. Aquela mulher sabia como deixar um homem louco, e usava realmente todas as armas para tal.
Eu admito que mulher que tenta me enlouquecer completamente acaba despertando meu lado competitivo. Com vontade, tirei seus pés do meu pau, a deixando completamente aberta para mim. Minha fome naquele momento falava alto, e abocanhei sua buceta por cima da calcinha mesmo, sem cerimônias. Quando ela sentiu minha boca quente envolvendo toda a sua buceta encharcada soltou um gemido alto e ficou direcionando minha cabeça com as mãos. Com a ponta da minha língua sentia seu doce sabor e seu clítores duro. Ela rebolava na minha boca, mordendo os lábios e me chamando de puto e cachorro. Aquilo apenas aumentava ainda mais a minha vontade, e arrebentando um lado da sua pequena calcinha, me livrei daquele bloqueio e fui com a língua em cheio na entrada daquela xota maravilhosa toda depilada. Os gemidos dela se intensificavam conforme a vontade que eu utilizava minha língua. Os gemidos às vezes se abafavam por ela estar mordendo um dedo ou outro, sentindo minha língua girando no seu grelo.
Levantei-me por um momento e puxei a garrafa de vodka, que ainda estava pela metade. Joguei sobre seu corpo e fui lambendo todo o líquido. Despejava sobre seus seios, sua barriga, sua buceta e com a boca bem treinada e grande que tenho, não deixava escapar uma gota sequer. Aquilo a enlouquecia ainda mais. Ela se remexia por completo, sentindo minha boca quente tomando aquele líquido frio que caia em seu corpo. Quase gozando, sentia a vodka deslizando pelo seu grelo, enquanto eu a tomava praticamente na entrada da sua gruta. Enlouquecida, me jogou no chão. Quase derrubei a garrafa. Ela veio por cima, tomou a garrafa da minha mão e me devolveu o que eu estava fazendo com ela, com o rabo virado para a minha cara. Derramava vodka pelo meu pau e chupava intensamente, me fazendo pirar de prazer. Eu não podia deixar barato aquela buceta deliciosa na minha cara, e passei a chupá-la também. Minha língua ia e voltava naquela xota perfumada pelo cheiro natural misturando com a vodka.
Ela rebolava na minha boca e não parava de chupar meu pau. Naquele momento já tinha se esquecido da vodka, que deixara ao lado da minha coxa, e se concentrava em me sugar e bater uma. Seu rebolado era perfeito, e a cada rebolado que ela dava, eu tinha a visão do seu cuzinho rosa e com aparência de imaculado. Resolvi brincar um pouco com ela, e comecei a passar meu dedo por ele. Quando sentiu, parou com a punheta, mas sem tirar a boca do meu pau, parecendo estar aflita pelo o que poderia acontecer, porém não parou o rebolado. Aquele quadril se mexendo tão deliciosamente parecia um convite de boas vindas e um pedido para entrar. Empurrei meu dedo lentamente e então ela parou com tudo. Apertou meu pau com a mão e a boca e fazia movimentos leves para trás, como se quisesse mais que apenas a cabeça do meu dedo médio. Atendi, enfiando ainda mais. Quando meu dedo entrou pela metade naquele rabo apertado, comecei um movimento de vai e vem e mantive seu clítores na minha língua. Aquilo a fez imediatamente largar o meu pau, e de quatro em cima de mim, gemia e voltava a rebolar aos poucos. Em minutos, meu dedo já entrava e saia inteiro sem dificuldade.
Sentindo que não iria conseguir mais me chupar, sentou na minha cara e puxou a garrafa para ela. Sentada na minha cara com meu dedo enfiado até o talo no seu rabo e minha boca completamente cheia com sua buceta, ela bebia da vodka e se esbaldava com o mix de prazeres que eu lhe oferecia. Num momento, ela se segurou firme no sofá que estava ao lado, e tremendo me deu o prazer da sua primeira gozada. Ainda sentada na minha cara, rebolava com gosto enquanto meu dedo fudia seu rabo com vontade.
Depois disso se levantou quase caindo, não sei se pela vodka, ou pelo orgasmo tão intenso que tinha tido. O que eu percebi foi que a bebida me deu de presente uma vadia que eu iria comer a noite toda. Enquanto me levantava, ela bebia mais uns goles agora para matar a sede. Não tinha percebido com ela em cima de mim, mas já estava completamente suada, de cabelos completamente molhados. Ela sorria para mim com uma cara de tarada e, deixando a garrafa de lado, se pôs de quatro em cima do sofá e disse dando um tapa forte na bunda:
- Quero mais. Mas agora quero de verdade. Me enraba com esse rolão, negão? Vem comer tua loirinha vadia, vem?
Santa vodka! Tenho que agradecer muito meu cliente por ela. Eu não poderia negar aquele pedido, porém admito ter ficado perplexo. Aquele cuzinho agüentou meu dedo, não passava pela minha cabeça que poderia agüentar a minha rola. Cheguei perto dela e dei um tapa servido na bunda dela. Ela rebolava jogando os cabelos pra trás, e puxando as nádegas me mostrava o caminho daquele rabo, que piscava chamando por mim. Segurei meu pau e fui devagar, deixando a cabeça entrar de leve. Ela se segurava no sofá quase o rasgando. Eu sentia minha rola entrando com dificuldade, mas mesmo assim ela jogava a bunda pra trás querendo mais. Continuei enfiando e aos poucos via minha rola escura desaparecer naquela bundinha branca até que não tinha mais o que enfiar. Rebolando ainda mais, me chamava para dançar e eu fui acompanhando a dança, fazendo minha rola entrar e sair no seu rabo, que aos poucos já se acostumava com o gigante invasor.
Os movimentos se intensificavam cada vez mais. Nossos corpos já passavam a fazer barulho batendo um no outro. Gemidos? Acho que nos esquecemos deles, tamanho prazer estávamos tendo. Eu por comer aquele cuzinho tão apertado e delicioso. Ela por estar recebendo a minha rola do jeitinho que parecia gostar. Eu com as mãos na sua cintura a puxava forte, e ela não fazia por menos, jogando a bunda contra meu corpo. As piscadas daquele rabo, mais a velocidade que estávamos metendo, fez com que meu pau começasse a pulsar anunciando o primeiro gozo da noite. Antes que eu pudesse falar algo, eu já estava jorrando naquele rabo, e ela sentindo meu leite quente lhe invadindo, rebolava ordenhando minha pica tentando tirar até a última gota de porra da minha rola.
Quando tirei minha rola daquele cuzinho, o que era um botão rosa e tão delicado, tinha se transformado em um buraco com a grossura do meu pau. Ela ainda demorou a sair da posição, se refazendo um pouco do que tinha acontecido ali. Eu também estava cansado e propus um banho. Ela sorrindo apenas virou o rosto e com um leve movimento de cabeça aceitou minha proposta. Ela se levantou e a segurei pela mão. Ela caminhando um pouco lentamente me disse:
- Nossa! Que delícia isso tudo! Eu devia ter batido aqui antes!
- Ah querida. Apenas me esforço um pouco mais. Sou a favor de dar a uma mulher tudo o que ela merece e tem vontade.
- Nossa… Isso é ótimo! Mas você simplesmente acabou comigo. Nunca tinha sentido uma rola tão grossa e gostosa por trás… Adorei!
- Se quiser mais… – Falei rindo.
- Não! Agora não! E ele não baixa? – Falou apontando ao meu pau.
- Baixa sim, mas acho que ainda não é a hora.
Quando chegamos ao banheiro, liguei o chuveiro e ela se jogou lá dentro. A visão dela no banho era completamente deliciosa. Só reparei que eu estava em transe a olhando quando ela me perguntou se eu não iria entrar. Sorri e entrei no Box. Ela, sorrindo, começou a me ensaboar, dando uma atenção especial ao meu pau, que carinhosamente punhetava com a mão cheia de espuma. Sentindo aquilo me dava vontade de mais, e retribuía os carinhos massageando seu clitóris. Gemíamos com a troca de favores embaixo do chuveiro, e eu sentia que a buceta dela se molhava completamente novamente. Lavei a espuma da minha rola e a puxei por uma perna. Ela se encaixou deliciosamente em mim, e depois de alguns movimentos, minha rola começou a entrar fácil naquela bucetinha quente. Estava delicioso sentir ela me abraçando e jogando os quadris pra cima de mim enquanto eu também me movimentava. A minha rola entrava gostoso, mas eu queria sentir muito mais daquela mulher.
Desliguei o chuveiro e a peguei no colo. A carreguei até o quarto, molhando todo o corredor do apartamento. A joguei na cama e fui colocando ela de lado, beijando sua boca. Deitei atrás dela, e posicionei novamente minha rola naquela gruta molhada deliciosa. Ela puxou minha mão e passou a chupar meus dedos, enquanto eu me mexia indo e voltando comendo com gosto aquela buceta tão gostosa. Nossos gemidos tomavam todo o quarto, e cada vez mais nos mexíamos com vontade.
Naquele momento eu queria apenas uma coisa, meter meu pau até as bolas na buceta daquela mulher deliciosa. Fui me deitando por cima dela, e mantendo suas pernas fechadas, continuei socando minha rola sem parar. Ela gemia, mordia meus travesseiros, se agarrava ao lençol. Meu pau brilhando entrava e saia daquela buceta molhada. Nossos corpos já estavam tão quentes que já não estávamos mais molhados do banho, e sim do mel daquela buceta que envolvia minha rola.
Querendo ver aquela vadia virar os olhos de tesão, tirei meu pau dela e a fiz deitar de frente pra mim. Coloquei suas pernas nos meus ombros, e com ela bem aberta, soquei minha rola até as bolas. Ela de olhos fechados se agarrava com força ao meu colchão. Às vezes vinha com as mãos no meu peito, outras mordia os dedos, mas não parava de gemer um só segundo. Sua buceta parecia chupar a minha rola, me apertando deliciosamente a cada estocada que eu dava.
Depois de um tempo, me jogou de lado e veio para cima de mim. Sentou com vontade na minha rola e começou a pular deliciosamente. Ela fez questão de sentar sem colocar os joelhos na cama, e ficar observando meu pau entrando e saindo da sua pequena buceta. Ela às vezes ficava apenas com a cabeça do meu pau dentro da sua buceta, e rebolava, sentando devagar. Sentando daquele jeito fazia com que meu pau parecesse um vulcão prestes a explodir. Mas não iria gozar ali, não com ela em cima de mim. Se eu fosse terminar com aquela buceta, acabaria do jeitinho que toda mulher gosta.
A tirei de cima de mim e a pus de quatro. Aquela bunda redonda deliciosa parecia um convite a fuder novamente seu cuzinho. Contive-me e posicionei minha rola na entrada daquela xota, não sem antes masturbá-la com a cabeça quente e grossa da minha rola. Se mexendo deliciosamente, gemia sentindo as carícias da minha rola. Eu depois de deixá-la com bastante vontade comecei a enfiar meu pau. Que delicia o gemido que aquela vadia soltou sentindo minha rola quente invadindo sua bucetinha naquela posição. Um gemido agudo, me olhando, cheia de desejo, aprovando minha pica entrando inteira dentro do seu buraco úmido e apertado.
As estocadas aumentavam de intensidade. Seus gemidos tinham o mesmo ritmo do meu corpo batendo ao dela. Minha rola pulsava cada vez mais. Minha porra vinha cavalgando meu caralho bem devagar, se preparando para jorrar naquela deliciosa puta. Eu já suava frio tentando segurar o meu gozo. Foi quando anunciei que não tinha mais como, que eu precisava gozar. Ela saiu desesperada da posição, e veio com o mesmo desespero para cima do meu pau, beijando, apertando, chupando. Eu fiquei de pé na cama e ela se ajoelhou na minha frente, me chupando sem parar. Ela punhetava o meu caralho mirando sua boca que estava aberta esperando seu presente.
Ela batia uma lambendo a cabeça do meu pau e me olhando. Eu ainda tentava segurar, e quanto mais eu segurava, mais rápido ela me masturbava, e vez ou outra sugava a cabeça na esperança da minha porra vir mais rápido. Ela me pedia para gozar na sua boca, pedia a minha porra na sua garganta, queria o meu leite de todo jeito. Até que não agüentei e o primeiro jato saiu. Encontrou sua boca de destino, e ela naquele momento enfiou minha rola na boca e com a mesma intensidade que me batia aquela punheta, ia e voltava com a cabeça. Eu não parava de jorrar, e chegou uma hora que ela não conseguiu segurar tudo e minha porra começou a escorrer pelo canto da sua boca, pingando nos seus seios e descendo por todo seu corpo. Ela só parou quando minha pica ficou completamente mole na sua boca. Ela me olhou nos olhos com uma carinha de dever cumprido, engoliu a porra que estava na sua boca e sorrindo me disse:
- Hmmm era essa a hora?
- Tinha como ficar duro depois dessa?
- Que delícia que consegui! Adoro conseguir fazer essas proezas!
- Mas nem por isso estou saciado.
- Uau! Eu também quero mais, mas preciso dar as caras em casa. Posso passar por aqui mais tarde e usar seu computador?
Nessa hora gargalhamos, e após os dois se recomporem, ela se vestiu e começou sua viagem até o outro lado do corredor. Viagem essa que ela vez ou outra faz para usar meu “computador”, seja para tarefas rápidas, como mandar um e-mail, ou então para mais demoradas como aprender a mexer em alguma ferramenta. Desculpas que ela dava em casa quando só queria vir chupar meu pau, ou quando queria fazer algo mais completo e simplesmente devastador.






[...] This post was mentioned on Twitter by Apetitosa – Casada and Alicia Quinn, Dyas. Dyas said: E agora conto novo no ar! >> O pecado mora em frente – http://bit.ly/gvhWlZ [...]
Nossa…Estou prestes a me mudar para um condominio. Será q eu vou ter a sorte de ter um vizinho como vc?! Vou ficar torcendo desde já pra ganhar um presente desse! rsrsrsrs
Q delicia de conto, pra variar, vc sempre mexendo com minha imaginação. Bjo
AAiiiiiii que delicia quero usar um computador assim também!! Adorei , to daquele jeito agora.huuunnn