O trabalho sempre ocupou muito do meu tempo. Por diversas vezes minhas semanas se reduzem a apenas trabalho e mais trabalho, o que diminuía o tempo que eu tinha para ficar com uma namoradinha que tive épocas atrás. Soraya tinha uns dois anos a menos que eu, morena de lábios levemente carnudos, sempre de batom vermelho, corpo bem desenhado num formato de violão, rosto de menina de família, e todos me perguntavam o porquê de eu ainda estar com ela se trabalhava como produtor pornô e tinha as melhores atrizes doidas para sair comigo. A questão era que Soraya apesar da aparência de recatada, deixava inúmeras marcas roxas no meu corpo, em nossos encontros. Ela conseguia dar de dez a zero em qualquer uma das atrizes que estavam no set, e vez ou outra até depois de uma transa completamente insana com direito a jogá-la forte contra a parede, derrubar de quatro no chão e comer seu rabo com força, puxá-la pela cabeça fazendo-a engolir meu pau até as bolas e gozar na sua garganta, eu a perguntava se um dia ela não queria ir ao set e trabalhar em algum filme. A resposta me vinha como uma flexa:
- Porque eu sou de família, seu louco!
Tínhamos uma perfeita sintonia, e isso nos fazia ter uma tremenda confiança um no outro. Ciúmes rolavam, com certeza, afinal ninguém tem sangue de barata, porém conseguíamos nos abster em questão de segundos desses sentimentos fracos, nos focando no mais importante, apenas nós dois.
As noites com aquela morena pareciam nunca terminar. Transávamos tão intensamente e com vontade um pelo outro que mal percebíamos que o dia estava para raiar. Vez ou outra tínhamos que parar abruptamente porque eu deveria estar trabalhando no set. Algemas e vibradores não faltavam em nossas noites à sós. Ainda me lembro do dia que a amordacei, algemei, vendei, enfiei um vibrador na sua buceta e enterrei minha rola no rabo dela. Ela tentava sair, queria urrar e não conseguia, enquanto eu sem pena alguma daquela moça tão bonitinha socava sem pena minha rola inteira no seu rabo. Gostosas eram as noites que eu a libertava e ela deitava na cama esbaforida, de respiração arritmada, seios saltando conforme seus batimentos cardíacos, e tentando balbuciar que gozou.
Confesso que ela acabava sendo minha válvula de escape. Vendo tantas pessoas transando por dia me deixava com um tesão tão violento que nem se eu me masturbasse o dia inteiro passaria. Soraya era quem acabava sofrendo e muito na minha mão, mas um sofrimento gostoso, que nos fazia sentir uma enorme saudade um do outro quando não estávamos juntos. Matávamos a saudade por longas conversas por telefone, que quase sempre culminavam em um papo mais quente, e numa das noites, depois de uma gozada deliciosa que demos falando um com o outro, ela me confessou que um dia queria algo a mais nos nossos encontros. E esse algo a mais tinha que ser uma mulher. Na hora comecei a imaginar aquela mulher com cara de anjo gozando com a boca de outra mulher engolindo a sua buceta, enquanto eu gozava na sua boca. Quase acabei sentindo vontade de gozar outra vez, mas me contive e comecei a bolar alguma coisa.
Liguei para alguns contatos e acabei conhecendo o dono de um barzinho fetichista perto do centro da cidade. Não pensei duas vezes e no ato combinei com o cara o que eu queria fazer. Um baile de máscaras, mas o meu set de filmagem teria que estar todo lá, pois queria fazer algo realmente impressionante para Soraya. Dias depois, com tudo pronto e tudo o que eu queria em mente, chamei Soraya para aparecer em casa depois de conseguir uma folga do serviço. Ela apareceu em um micro vestido, linda como sempre, chegou me beijando como louca, mas não queria transar com ela ali, naquele momento. Pedi a ela que se sentasse no sofá e sai. Ela não entendeu nada, quis vir atrás, mas a impedi e pouco tempo depois retornei com uma caixa. Na caixa, um vestido de vinil preto, com uma máscara também preta e uma calcinha minúscula. Na hora ela me olhou com os olhos brilhando, e correu para se vestir. Quando chegou ao banheiro deu de cara com mais uma das minhas surpresas. Uma bota também de vinil que chegava até o meio da coxa com um salto agulha finíssimo. Eu ria com os berros de felicidade dela dentro do banheiro.
Mais uma vez ela quis vir pra cima e mostrar o quanto tinha gostado do presente. A impedi novamente e falei baixinho no ouvido dela que a noite só estava pra começar, e aquilo não era nem um por cento do que iríamos aprontar. Ela mordeu os lábios de tal forma que imaginei que se machucaria. Passei por trás dela e puxei uma coleira do meu bolso. Quando ela sentiu que eu a estava encoleirando, quase teve um orgasmo. Tentava me abraçar, me beijar, me puxar, e eu simplesmente evitando, falando que não. O tesão dela estava tão alto que ela não me ouvia de forma alguma, foi quando eu puxei a coleira quase a enforcando e disse:
- Não, sua cadela! Já disse que não! Você vai ter o que merece, mas não será aqui, nem agora!
Ela ainda relutou um pouco, mas dei-lhe um servido tapa na cara, fazendo-a parar na hora, e entender que ali eu era o seu mestre, seu dono. Tanto entendeu que na hora que retornou a si, proferiu olhando pra baixo com cara de triste e entrando no clima:
- Perdão, senhor. Isso não se repetirá. Juro que vou me comportar para o senhor.
Com um ar soberbo, olhei para ela, puxei a coleira e disse:
- É assim mesmo, vadia. Agora vamos. Temos uma noite inteira pela frente.
- Pra onde vamos senhor?
- Te devo satisfação? Você só pergunta quando eu permitir que você fale. Agora entra no carro. E você dirige! Tenho que dar uns telefonemas.
Ela acatou na hora, sentou-se no banco do motorista e foi dirigindo, preocupada por acabar sendo vista por algum conhecido naquelas vestes, enquanto eu, no banco de trás do carro fazia alguns telefonemas. Só de sacanagem, falava com as pessoas de uma forma mais calma e meiga, enquanto com ela eu era completamente ríspido indicando a direção para onde ela deveria dirigir.
Em pouco tempo chegamos ao lugar onde seria a nossa deliciosa festa. Ordenei que parasse no estacionamento e que colocasse a máscara. Ela acatou na hora, e saindo do carro me ofereceu a coleira para que eu pudesse guiá-la. Agora completamente obediente, caminhava de forma desconfiada pelo corredor escuro do lugar ao qual eu tinha a levado. Quando depois de uns poucos passos, nos deparamos com uma enorme porta de ferro. Dei três batidas e ela se abriu, revelando um salão com iluminado a velas, com algumas pessoas presas em jaulas, outras sendo espancadas amarradas a um tronco, e uma mulher, também morena, mas com uma pose extremamente autoritária, com dois homens lambendo as suas botas. Quando paramos no salão, essa mulher firmou os olhos em Soraya, se levantou do que parecia um trono e veio na nossa direção.
- Olá, meu senhor! Percebo que é realmente um homem de palavra. Trouxe uma escrava realmente muito boa!
- Eu tinha certeza que você iria gostar dela. E você, cadela? Gostou da Carla?
- Gostei sim senhor…
- É do jeito que você gosta, vadia?
- Sim, meu senhor! Vai me permitir ficar com ela, senhor?
- Você vai servir a nós dois, minha puta!
Carla era um mulherão. Alta, peituda, bunduda, também com cara de moça de família, mas olhar arrebatador. Carla era uma amiga muito especial que eu tinha feito em uma das locações que utilizei para uma filmagem, e que apesar de também não querer participar de um pornô, aparentava bastante fôlego para tal. E mesmo ouvindo suas mais loucas histórias, nunca nos encontramos na cama, mas vendo que as vontades tanto da Carla quanto da Soraya eram iguais, pensei em apresentá-las.
- Nosso quarto está pronto, Dyas. Que tal levarmos essa vassala para lá e dar a ela o que merece?
- Trouxe tudo o que te pedi?
- Sim, Dyas! Está tudo lá!
Apenas sorri para Carla e puxei Soraya pela coleira, levando-a por outro corredor, mas dessa vez iluminado por velas. A luz fraca permitia que apenas vultos fossem vistos. Viam-se grupos de diferentes formas, heteros, homos, bissexuais. Todos compartilhando de uma enorme orgia. Não haviam divisões definidas e visíveis, porém pareciam respeitar algum tipo de ordem. Carla vez ou outra chicoteava alguém pelo caminho, para mostrar que estávamos passando, e como lordes em um reino, os súditos apenas davam passagem, enquanto passávamos, eu e Carla imponentes, Soraya de cabeça baixa e acatando todas as nossas ordens.
Em pouco tempo chegamos ao quarto. A iluminação era provida de tochas, que nos levaram a uma luz mais forte que focava a cama, parecia um cenário medieval de tortura, com algemas, chicotes, mordaças e vendas. O que diferenciava a cena de algo ruim era o fato de estarem disponíveis vários brinquedos como vibradores, plugs, calcinhas de diferentes jeitos e tamanhos, extensores penianos. Soraya olhava àquilo tudo embasbacada. Olhei para o rosto dela e a vi parada, sem conseguir se mexer. Realmente não sou do tipo que aposta, mas se tivesse que, apostaria que aquela tinha sido a sua primeira gozada.
Entreguei a coleira para o controle de Carla, liguei as câmeras que estavam por lá e me sentei em um sofá. Carla, super segura de si sempre, juntou Soraya pela coleira e a puxou. Tirou sua máscara e falou ao pé do ouvido dela de uma forma que eu também ouvisse:
- Pedi a teu mestre uma nova escrava, e ele me trouxe. Em retribuição, hoje sou escrava dele, mas tu ainda é vadia minha e dele, entendeu?
Soraya apenas fez que sim com a cabeça. Carla a puxou e sem muitas delongas lhe deu um longo beijo nos lábios. Soraya retribuía, completamente entregue às emoções. Eu observava a cena sentado no sofá, com um cigarro aceso e de pernas cruzadas. O que mais me excitava naquele momento era o encontro de lábios tão doces que emolduravam rostos tão angelicais se encontrando com tanta volúpia e vontade. Aos poucos suas mãos começaram a explorar o corpo da outra. Vez ou outra Carla me olhava durante aqueles beijos das duas me convidando, mas eu apenas olhava, tragando lentamente meu cigarro.
Carla percebeu o que eu queria, e sentou Soraya na cama. Tirou seus seios de dentro do apertado, porém enorme decote e ofereceu para que ela chupasse. De onde eu estava tinha visão total de Carla de olhos fechados, enquanto Soraya lambia e chupava seus seios deliciosos. Nesse momento, Soraya também me chamava com os olhos para a cama, mas mesmo assim me mantive ali sentado, observando e fumando meu cigarro. Carla, completamente excitada no momento, puxou novamente Soraya, mas dessa vez pelos cabelos e a beijou novamente, mas dessa vez um curto beijo, para jogá-la na cama com violência e, abrindo a parte debaixo de sua roupa parecida com um maiô de vinil, e encaixou sua buceta na boca e Soraya, que nunca tinha feito nada nem próximo, mas com alguns segundos ali, já parecia mestra na arte de chupar uma mulher. Carla gemia alto, curtindo os agrados da minha escravinha deliciosa. Observando a cena, nem percebi que meu cigarro tinha acabado, deixei a bituca no cinzeiro que estava usando e me aproximei. Cruzei os braços ao lado das duas e fiquei ali perto, observando. As duas perceberam minha presença, e senti as duas procurando minha rola dura como pedra por cima da minha calça. Sentia a mão das duas me acariciando, mas mesmo com essa nova tarefa, Soraya não deixava de lamber a buceta de Carla, naquele momento eu a sentia se apoiando em mim para gozar do primeiro orgasmo. Nesse momento, Carla se jogou de lado, o que fez com que Soraya tivesse total acesso ao meu corpo. Soraya veio quente, cheia de vontade para chupar meu pau mesmo por cima da calça, mas Carla a deteve, a puxando pelos cabelos falando:
- Ele manda em mim, mas eu mando em você, vadia. Se você quer rola, vai ter que esperar! Senta ali no canto e fica quietinha!
Soraya no mesmo momento me olhou como se pedisse e muito minha aprovação para que continuasse, enquanto Soraya a puxava pelos cabelos sem deixar que encostasse os lábios sobre minha calça. Dei um sorriso de canto de boca, calmamente juntei tanto Carla quanto Soraya pelos cabelos e falando numa voz tênue, porém firme, disse:
- Minhas queridas… Sem brigar… – E conforme continuei, pausadamente, o meu tom de voz se tornou autoritário e cruel – Já disse que quem manda aqui sou eu! E agora eu quero vocês duas me chupando, quietinhas. Vocês ainda mal sabem o que lhes aguarda essa noite. Soraya! Minha calça. Abra-a!
Soraya, com um sorriso muito provocante, o fez. Abriu minha calça e começou a me lamber por cima da cueca que escurecia a cada lambida e chupada que ela dava, babando todo o tecido azul marinho que cobria minha rola extremamente dura pela situação. Enquanto ela brincava com os lábios, Carla me beijava o corpo. A cintura, a barriga, e ia se incumbindo de tirar a minha roupa durante suas carícias. Eu me sentia um rei entre as duas, que concentravam com vontade suas carícias pelo meu corpo. Depois de me despir por completo, Carla passou a me beijar a boca, enquanto Soraya não tinha tanto trabalho em tirar meu membro duro e inchado, que já tentava fugir desde o início daquelas carícias, da sua prisão de pano. Eu ainda me ocupava com a boca de Carla quando senti a língua quente de Soraya envolvendo a cabeça do meu pau de forma deliciosa. Não consegui conter os gemidos e muito menos o tesão do momento. Puxei os cabelos de Carla quase os arrancando e o beijo passou a ser incrivelmente mais quente. Mordidas, lambidas, chupadas. Carla ofegava ao meu ouvido enquanto minha boca passeava pelo seu corpo, brincando pelo pescoço com a língua, descendo até os seios, voltando aos seus lábios, enquanto Soraya não parava com a minha rola em sua boca. Ela mamava a cabeça me punhetando e acariciando as minhas bolas me deixando completamente louco.
Carla por um momento passou apenas a observar o trabalho de Soraya, que passou a me chupar nos olhando, como se estivesse convidando Carla para dividir o que naquele momento estava sendo seu brinquedo favorito. Carla me beijou nos lábios e foi descendo devagar se juntar à sua nova amiga. Eu passei a afagar seus cabelos, enquanto elas se empenhavam em deixar meu pau inteiro babado, da cabeça às bolas. Eu apenas curtia a visão daquelas duas línguas vermelhas passeando pelo corpo do meu pau, de vez em quando nossos olhares se cruzavam, o que conseguia me deixar ainda mais excitado. Os afagos nos cabelos começavam a ganhar força, e quando menos percebi, já estava as puxando forte pelos cabelos, o que as faziam chupar e babar ainda mais no meu caralho. Nesse momento já não mais sabíamos quem mandava em quem. As hierarquias acabaram se perdendo conforme nosso tesão foi aumentando. Tanto que Soraya já puxava Carla pelos cabelos a fazendo engolir minha rola o quanto conseguisse. Eu já não mais buscava comandar naquele momento. Na verdade, ninguém mais buscava saber quem liderava algo. Carla engolia minha rola aos comandos de Soraya. Soraya atendia ao meu puxão de cabelos e vinha me beijar com vontade. Carla tentava respirar com mais da metade da minha pica tomando tua boca, Soraya voltava para a minha pica e me lambia as bolas. Definitivamente elas iriam me fazer gozar ali, mas quem disse que eu queria gozar primeiro?
Em um momento de lucidez, decidi tomar o controle novamente e puxei as duas para cima. Começamos um delicioso beijo a três, com nossas mãos se encontrando no corpo do outro. Iniciei a despir Soraya, com a ajuda de Carla. Em pouco tempo estávamos os três completamente nús em pé perto daquela enorme cama. As carícias leves e delicadas até então pararam ali. Segurei Soraya pelo braço e a joguei de bruços na cama. Com a cabeça do meu pau pincelei a sua xota por completo e ela me deu a ordem:
- Mete, tesudo! Mete gostoso!
Dei um sorriso e com a mão bem aberta desci com gosto um tapa na sua bunda, e retruquei:
- É você quem manda aqui, vadia?
- Não senhor! Desculpa!
- Carla! O chicote! Ensina a essa vadia a ser uma escrava de verdade!
- Hmmmm… Posso mesmo, Dyas?
Nesse momento, sem falar uma palavra, a olhei sério. Percebendo que a partir dali quem mandaria de fato seria eu, abaixou a cabeça e me disse:
- Desculpa senhor! Vou pegar o chicote agora e ensinar a essa vadia a ser uma escrava obediente como estou sendo pro senhor!
Acompanhei Carla se dirigindo aos chicotes com os olhos, e logo após me dirigi a Soraya, que no mesmo momento desviou o olhar, com medo de outra bronca. Subi na cama, passando minha rola sobre o seu corpo e a algemando em correntes presas à cama, lhe disse no ouvido:
- Você sabe por que está merecendo isso, não?
- Sim senhor! Mereço tua punição por ter sido desobediente!
Carla, que segurava um chicote de tiras de couro, se manteve parada nos observando. Levantei-me e fui em direção a cabeceira da cama, onde estava a cabeça de Soraya coberta pelos cabelos que naquele momento já estavam completamente desarrumados e molhados. Olhei para Carla e ordenei:
- Puna essa vadia! Dê a ela o que ela merece!
Carla, como perfeita carrasca, me fez um sinal com a cabeça afirmando e a cada chicotada que dava, deixava a bunda de Soraya, que era branca e suave, com leves vergões vermelhos. Da cabeceira da cama eu observava a cena, de pau duro, próximo o bastante para sentir o calor da respiração de Soraya, mas longe para que ela me alcançasse com a boca. Soraya naquela posição me suplicava por algo em sua boca, que necessitava demais. Ordenei que Carla continuasse a fazer o que fazia e me aproximei de Soraya, batendo com meu pau no seu rosto:
- É isso aqui que quer, vadia?
- Sim senhor! Suplico! Me deixa te chupar! Preciso te chupar, meu mestre! Preciso te provar que sou tua vadia!
Ela tentava se livrar das algemas as puxando e soltava leves gemidos quando sentia minha rola passeando pela sua face, enquanto suas nádegas eram chicoteadas por Carla. Puxei Soraya pela cabeça e a fiz me engolir. E ela era mestra nisso. Engoliu minha rola até que minhas bolas batessem em seu queixo. Experiente, encaixou com vontade a cabeça do meu pau na garganta, e com a língua lambia as bolas. Quando senti aquilo, ordenei que Carla parasse na hora. Carla atendeu como sempre, e prestativa, me perguntou quais seriam suas novas ordens. Em poucas e tremidas palavras por conta do tesão que aquela puta me proporcionava, disse:
- Chupa essa vagabunda. Chupe ela agora!
Tínhamos combinado antes de tudo que Carla não faria isso. Até cheguei a imaginar que nossa brincadeira tinha chegado ao fim ali, mas para minha surpresa, Carla foi se colocando embaixo de Soraya em um 69 e começou a chupá-la violentamente, como se quisesse engolir a buceta dela. Soraya, que chupava meu pau sem parar, naquele momento se rendeu, e jogando o rosto para o lado, se livrou da minha pica e berrou. Depois daquele berro, ela não mais parou de gemer alto, e passou, sem minha permissão a chupar a buceta de Carla com a mesma intensidade. Eu iria ordenar que voltasse ao meu pau, mas a cena estava mais que perfeita. Aquelas duas se comendo tão gostoso me fez parar qualquer ação que eu fosse ter e simplesmente fiquei como expectador. Carla estava maldosa. Metia os dedos na buceta de Soraya com força enquanto lambia seu grelo, e Soraya, desesperada, não podia fazer nada a não ser gemer com a boca em cima da buceta de Carla. Eu passei a achar realmente injusta aquela situação, e decidi liberar Soraya da sua prisão. Mal soltei uma das suas mãos e ela passou a retribuir a maldade de Carla na mesma moeda. Com os dedos, fincava com vontade na buceta de Carla deixando-a completamente arregaçada. Aquilo estava se tornando aos meus olhos a briga mais deliciosa de se ver.
Como eu não poderia deixar de ser sacana naquele momento, peguei um vibrador, liguei na potencia máxima e o passei pelos lábios de Carla, que não conseguia se concentrar em dar o troco em Soraya. Com o pouco de forças que lhe restava no momento, segurou aquela rola de borracha do tamanho da minha rola, e começou a enfiar devagar na xota de Soraya que perdeu o controle na hora, e novamente estava em desvantagem. Podendo se concentrar mais, enfiando e tirando o cacete de borracha em Soraya, voltou a lamber seu grelo. Soraya urrava já quase sem sentidos. Eu continuava como mediador da brincadeira, e puxando pela cabeça, fazia Soraya voltar a chupar Carla. Ela se esforçava, e entre gemidos e berros, voltava às mesmas ações com os dedos e a língua. Como Soraya estava em uma posição privilegiada para fazer com que Carla sofresse suas investidas, sorrateira, deu um jeito de reverter as coisas a seu favor. Tirou o vibrador de Soraya, que pingava o mel delicioso da buceta dela e o enfiou no seu rabo. Foi o bastante para Soraya quase se desfalecer sobre o corpo de Carla.
Carla, maldosa como sempre, deixou apenas as bolas do cacete de borracha pra fora, e puxando a bunda de Soraya, encheu a boca na sua buceta. Naquele momento pensei que Soraya jogaria a toalha e deixaria se vencer por Carla, mas o que vi foi uma mulher completamente louca, e fez o mesmo que Carla, mas com os dedos. Gemidos e berros abafados tomavam todo o lugar. O cheiro de buceta exalava pelo quarto como flores em um campo vasto. Eu apenas assistia a luta, sem encostar em meu pau, que babava de vontade de estar participando daquele jogo, mas a curiosidade de saber quem faria a outra gozar mais rápido me fez ficar ali assistindo. E num instante vi as intensidades das carícias aumentando e aumentando até que como se tivesse ocorrido uma explosão, as duas foram parando aos poucos. Carla tirou devagar o consolo do rabo de Soraya, que apenas acariciava as coxas de Carla, e via ali, depois do gozo ao mesmo tempo, um sinal de trégua entre as duas. Eu ainda embasbacado pelo que tinha visto, continuei parado no mesmo lugar sem esboçar reação.
Soraya se jogou de lado na enorme cama, e procurando o rosto de Carla com os olhos, a olhou e sorrindo falou:
- Gozar com borracha e língua não dá, né, amiga?
- Concordo. Preciso de uma pica pra me acalmar. Ainda estou numa vontade.
- Eu iria falar o mesmo. Você não acha que fomos boazinhas demais até agora?
- Pois é. Acho que tem um produtorzinho pornô barato que está precisando de uma bela lição.
As duas nesse momento se voltaram a mim. Eu de rola dura, parado em frente as duas, apenas as chamei com os olhos. Soraya levantou e veio na minha direção. Beijou-me a boca, acariciou de leve o meu pau, e carinhosamente me puxou pela mão até a cama. Deitando na cama, comecei a beijar a boca de Carla, sentindo a boca de Soraya passando pela minha nuca, me fazendo arrepiar. Carla me beijava acariciando minha rola de leve como Soraya o tinha feito. Delicadas, me faziam carícias pelo corpo, me fazendo esquecer todo o papo que elas tinham tido. A troca de beijos estava realmente deliciosa. As duas me deixaram entre elas, passeando com as pernas sobre as minhas, acariciando meu pau bem de leve e me beijando suave e deliciosamente. Só fui perceber o plano malévolo das duas quando ouvi o click das algemas e o metal pré aquecido por Soraya nos meus pulsos. Sorrindo, as duas se entreolharam por cima de mim e se levantaram da cama. Quando Carla terminou de levantar, se deu conta que a cama possuía algemas para os pés também. De senhor, a mero brinquedo.
Soraya e Carla me vendo completamente algemado sorriam. Eu observava e sabia que seria incrivelmente torturado pelas duas. Foi quando começaram a se insinuar na minha frente, se tocando, trocando beijos, chupadas. Posso afirmar que as duas estavam sendo completamente cruéis com aquelas ações. Meu pau pulsava como nunca. As veias o tomavam completamente. A cabeça inchada dava a impressão que iria explodir, e a cada pulsada, ele babava, chegando a pingar no meu corpo. Naquele momento o que eu mais queria era gozar naquelas duas, e gozar muito.
- Soraya, agora começa o sofrimento do nosso amigo. Trouxe umas coisas aqui que simplesmente vai tirar dele essa fama de nunca pedir água.
- Hmmmm. Posso ver?
E com isso, Carla pegou uma sacola, escondida embaixo da cama. Era uma sacola pequena, e eu não conseguia nem imaginar o que tinha dentro. Elas se voltaram de costas pra mim e começaram a esvaziá-la. Em poucos segundos se voltaram a mim, com as mãos cheias de pequenas coisas e frascos. Carla foi a primeira a utilizar o que trazia. Pegou um grosso anel de borracha cuja espessura parecia ser quatro vezes menor que a do meu pau. Esticando bem, começou a passar pelo meu pau, soltando bem rente às minhas bolas. Eu via o meu pau dobrando de espessura a cada intensa pulsada que dava. Soraya, por sua vez, pegou um frasco, pingou algumas gotas no meu pau e as duas juntas foram espalhando aquele gel que aquecia a minha rola de forma impressionante.
- Hmmmm. Gel que esquenta? – Perguntei
Enquanto passava o gel junto com Soraya, Carla retrucou:
- Não, bobinho. Retardante de ejaculação. Tu vai pedir água, e vai pedir hoje, Dyas! Sempre disse pra você que a primeira vez que estivesse no quarto contigo eu iria te fazer sofrer, e não importa como, mas iria tirar esse seu mito de nunca pedir água.
Eu sorri como que se estivesse tirando sarro, foi quando Soraya complementou:
- E a idéia foi toda minha. Você deveria apagar as mensagens que envia do seu celular, sabia? Eu e a Carla já estamos tratando disso há um bom tempo. Você deveria parar de subestimar tanto o poder feminino, bobinho.
E acabando de dizer isso me deu três tapinhas na cara ainda melada com o gel que passava no meu pau. Nesse momento percebi que de nada adiantariam argumentos. As duas estavam preparadas a me dar uma real surra.
Ficando de quatro, com as bundas voltadas a mim, as duas se colocaram com as bocas próximas ao meu pau e passaram a assoprar. Aquele gel aquecia cada vez mais minha rola, me fazendo urrar e puxar as algemas com força, tentando escapar dali. Elas gargalhavam enquanto eu me contorcia todo, e continuavam aquela tortura estonteante. Quando perceberam que o gel tinha secado, começaram o que realmente eu chamo de crueldade. Derramaram outro gel, fazendo com que escorresse até as minhas bolas, e começaram a usar os seios para espalhar. Uma de cada vez, iam deixando minha rola brilhando com aquele líquido. Depois disso, as duas começaram a me lamber. Devagar, segurando minha rola, me davam um banho de língua que me fazia perder o ar. E conforme aquele novo gel agia, eu sentia uma sensação de gelado na minha rola. Halls preto realmente não era nada perto daquilo. Soraya utilizava vez ou outra seus dotes de garganta profunda e me engolia até o anel de borracha, enquanto Carla me lambia as bolas. O suor frio e arrepios me tomava o corpo.
Carla foi a primeira a se levantar, e de costas, encaixou meu cacete na sua buceta, que naquela hora já estava o dobro do que costumava ser. Sentando devagar e se apoiando nos meus joelhos, desceu gemendo alto até o anel tocar seu grelho. Eu sentia aquela buceta tão apertada quanto o anel e urrava de prazer. Soraya, malvada, chupava minhas bolas, puxando-as na sua boca. Carla subia e descia me dando total visão daquele rabo enorme e delicioso. Soraya, depois de muito lamber minhas bolas, simplesmente saiu de lá e sentou no meu rosto. O ar que me sobrava naquele momento acabara por completo, mas mesmo assim eu conseguia dar atenção àquela bucetinha deliciosa, lambendo aquele grelo que ela fazia questão de mexer gostoso na minha boca.
Não percebi quando Carla se virou de frente para Soraya, sem tirar minha rola de dentro dela. As duas se abraçaram em cima de mim e passaram a se beijar deliciosamente, enquanto rebolavam, uma na minha boca, outra na minha rola. Eu queria gozar, juro que queria. Meu pau duro daquela forma por tanto tempo me fazia sentir vontade de desmaiar, mas não conseguia gozar com tudo aquilo. Nós três gemíamos como loucos. Carla sentava com gosto no meu pau e rebolava, fazendo o anel coçar o seu grelo e meu pau pulsar ainda mais dentro dela. Soraya deixava bem aberta a buceta na minha boca, deixando apenas a pele lisa para minha língua desbravar.
Senti Carla gozando pela primeira vez. Sua buceta simplesmente se trancou no meu pau. Ela se apoiava em Soraya, que a ajudava, lambendo seus peitos, mas sem deixar o caminho aberto para a minha língua. Carla tremia de tesão. Se agarrava onde podia enquanto gozava no meu caralho. Depois daquela gozada foi a vez de Soraya experimentar o monstro que tinham criado. Naquele momento, com a boca livre, pude tentar dialogar e tentar sair ao menos daquelas algemas:
- Por que não me soltam e não me deixam brincar também?
- Por que você é nosso brinquedo, cachorro! E agora calado! Vou te comer gostoso agora! Já gosto desse seu pau. Grosso desse jeito ainda, vou ficar mais louca por você!
E falando isso, Soraya ajeitou meu cacete na sua buceta, e sem colocar os joelhos na cama, foi descendo e engolindo meu caralho todo. As algemas já criavam marcas fortes no meu pulso. Eu me agarrava nas correntes e urrava. Meus urros só foram brecados pela buceta de Carla, que já se colocava na minha boca e queria mais. Eu estava simplesmente perdido com as duas ali. Soraya pulava e rebolava no meu cacete de tal forma que me deixava louco.
As duas não estavam para brincadeira, e Soraya, a mulher que queria ser escrava, me provou até onde estavam querendo ir. Tirou o meu cacete da sua buceta, e permanecendo na mesma posição, encaixou o cuzinho na minha rola. Carla apenas rebolava na minha boca, não me deixando ver nada do que acontecia. Eu só sentia aquele buraco quente e apertado tentando ser preenchido de qualquer forma pelo totem que tinha se transformado o meu pau. Pude perceber por um momento que Soraya se apoiava em Carla. Senti que Soraya respirava fundo, como se preparando para algo. E, numa sentada apenas, engoliu meu caralho todo com o rabo. Aquela sensação fez com que gritássemos ao mesmo tempo, e eu, louco de tesão, segurei forte as algemas e puxei. Na puxada, elas se soltaram da cama. Urrando como um lobo faminto atrás de suas presas, completamente fora de mim, joguei Carla pro lado com violência, a fazendo quicar na cama. Tirei Soraya do meu colo a jogando para o mesmo lado de Carla, me libertei o mais rápido possível das algemas e me coloquei de pé na cama.
A minha feição no momento deveria ser a menos humana possível. Eu as via com medo, querendo se proteger, mas eu não mais controlava meus movimentos. Juntei Soraya, que estava mais próximo de mim pelos cabelos e comecei a fuder a sua boca literalmente a fazendo sua cabeça ir e voltar contra o meu pau rapidamente. Sentia Soraya engasgando e via Carla atônita com o que estava acontecendo. Quando meus olhos encontraram os olhos dela, joguei Soraya de lado e juntei Carla pelo braço. Tirei-a da cama e a joguei contra uma parede, de costas para mim. Encaixei minha rola na sua buceta e comecei a meter forte, fazendo o som de bate estaca ecoar pelo quarto.
Soraya ainda recuperava o fôlego, quando joguei Carla na cama ao lado dela, e com as pernas dela nos meus ombros, enfiei a rola com gosto até o anel sumir dentro da sua buceta.
- Chupa ela! – Disse aos berros
- Mas..
- Sem mais nem meio mais, vadia! Chupa essa vagabunda, porra! Tô mandando, caralho!
Soraya lentamente se colocou sobre Carla, lambendo o grelo dela bem devagar. A minha fúria não dava a mínima pista de quando iria terminar. Juntei Soraya pelos cabelos e esfreguei seu rosto na buceta de Carla que ainda recebia minha rola e disse:
- Chupa direito, vadia! Chupa essa puta! Você sempre quis brincar com o perigo? Então tá aí, puta! Agora me agüenta, vadia!
Ela tentava falar algo, mas não conseguia, até o momento que conseguiu virar o rosto um pouco e falar:
- Para Dyas! Estou com medo! É só uma brincadeira…
- Brincadeira? Vou te mostrar o que é só uma brincadeira, vadia!
Carla que berrava com minha rola atolada até as bolas na buceta deu um suspiro de alivio quando a sentiu saindo. Soraya tentava escapar. Já tinha saído da cama quando eu deixei a xota de Carla. Ela estava para juntar as roupas quando a puxei pelo cabelo e a joguei no chão, a fazendo cair de quatro. Quando ela pensou em fugir, a peguei pela cintura e a montei. Soquei minha rola na sua xota com vontade. Ela tentou fugir ainda por um bom tempo, mas se rendeu, e o que eram os pedidos para que eu parasse acabaram virando gritos e gemidos de prazer. A senti gozando umas duas vezes no meu caralho só naquela pegada. Eu sentia Soraya bambeando as pernas, mas mesmo assim eu não parava sequer um segundo, fazendo meu saco ir de encontro àquela buceta maravilhosa. Carla se masturbava como louca usando o vibrador na cama. Ela nos observava e socava forte o vibrador, gozando tudo o que tinha direito.
Decidi chamá-la para o chão, e ordenei que trouxesse o vibrador tirei meu pau e ordenei:
- Mete o vibro na buceta dessa vagabunda.
- Dyas! Não to mais agüentando. Sério! Você tá acabando comigo!
- Cala a boca, vadia! Vai, Carla! Mete a porra desse vibrador na buceta dessa vagabunda!
Carla nem quis argumentar. Socou o vibrador de novo inteiro na xota de Soraya, se deitou embaixo dela e voltou a chupá-la. Eu peguei Soraya pela cintura e só posicionei minha rola no seu cuzinho. Ela deu um pulo tentando escapar, e na fúria a puxei de volta. Na puxada, meu pau entrou quase a metade no rabo dela. Senti que tinham colocado meu pau em uma camara de pressão. Aquele rabo me apertou de tal forma que berramos muito alto. Ela berrava pra tirar, e eu continuava colocando. Coloquei até as bolas, com toda a maldade que eu poderia sentir no momento. Carla não parava com a boca na buceta dela e socava com gosto o vibrador na sua buceta. Na mesma vontade de Carla, eu socava minha rola, sem perdão algum no cuzinho de Soraya. Soraya berrava, pedia para parar, tentava escapar, e num berro alto e agudo, a senti simplesmente desmoronando sobre o corpo de Carla. Uma gozada tão intensa que a fez quase dormir ali. Tirei minha rola do seu rabo, puxei o vibrador da buceta dela, peguei Carla pelos cabelos, a joguei na cama, soquei o vibrador na sua xota e fiz o mesmo que tinha feito com Soraya.
Carla que até então estava sorrindo, fazendo Soraya sofrer, passou a tomar do mesmo remédio. Eu já sentia minha rola pulsando querendo jorrar, e isso me fez meter mais intensamente ainda. Soraya que viu a situação de Carla, tendo o rabo simplesmente dilacerado pela minha rola, ao invés de ajudar, tentando me tirar, se vingou. Posicionou-se embaixo de mim e começou a socar o vibrador na mesma violência. Senti que em tão pouco tempo tinha se recuperado da intensa gozada e percebi estar socando o vibrador nela e se masturbando ao mesmo tempo. Peguei outro vibrador que tinha ali perto e bati com ele na cara dela. Ela o pegou e sentada ali, foi enfiando na buceta e continuou socando o outro na Carla.
Eu senti que minha porra estava muito próxima e tirei meu cacete de dentro daquele rabo que agora tinha a circunferência do meu pau. Soraya continuou socando um vibrador nela tirou o outro da buceta e enfiou no rabo de Carla quando viu que eu estava subindo na cama. Enquanto ela se ocupava em encher os buracos de Carla, eu a puxava pela cabeça e a fazia chupar a minha rola. Com algumas bombadas, minha porra jorrou com força, quente e viscosa na boca de Soraya. Ela tentava engolir tudo, mas não conseguia. Minha porra escorria pelos seus seios, molhava seu rosto, pingava na bunda de Carla, e essa sentindo meu líquido, urrou gozando deliciosamente com a ajuda da amiga. Segurei ainda o que tinha pra jorrar, puxei Carla pelos cabelos e a fiz também tomar na boca. Soraya que não quis perder nem um pouquinho se juntou e tomava o que restava do meu cacete. Aos poucos meu pau ia amolecendo, e perdendo aquele vigor. Carla e Soraya trocavam minha porra aos beijos, enquanto eu estremecia, perdendo o equilíbrio e caindo no chão, junto com as duas. Os três nus acabaram adormecendo no chão mesmo.
Depois que acordamos, umas nove ou dez horas depois, olhamos um ao outro e rimos, e durante as juras de fazer tudo novamente, olhávamos a tudo o que as câmeras que eu tinha levado, registraram. Infelizmente não será um filme que ira às prateleiras, mas que merecia um Oscar pornô, isso merecia.






Uhmnnn…
[...] This post was mentioned on Twitter by Jenny Humphrey ✔, Dyas. Dyas said: Há tempos eu não via um tweet meu assim… Mais um "pequeno conto" no ar. Doce Devassa. Aparece por lá!
http://bit.ly/f28p1B [...]
Nooossaaa…Já estava quase morrendo de ansiedade por novos contos e esse veio pra suprir a falta que vc faz!! Não fica tanto tempo assim sem escrever…Gostoso!
Dos melhores que eu já li…