Noite de autógrafos e eu ali, na fila, esperando para que meu livro fosse agraciado por Raquel Pacheco, vulgo Bruna Surfistinha. A fila fazia uma volta pela livraria, e Bruna, como pude perceber, mal olhava para seus fãs, apenas assinava rápido para que pudesse sair de lá o mais rápido possível.
Minha vez estava chegando e a apreensão aumentava. Pela primeira vez ficaria frente a frente com uma pessoa que me excitava e muito, sem nem ao menos tê-la tocado. Quando cheguei a sua frente, ela perguntou meu nome e eu, prontamente respondi. Mal me olhou, simplesmente assinou meu exemplar e chamou o próximo.
Senti-me rebaixado no momento. Confesso que fiquei bem chateado com o descaso, a praguejando por alguns instantes, pensei até mesmo em jogar fora o livro. Mas me mantive por ali, entre algumas estantes, próximo à mesa onde ela autografava os livros, vendo alguns títulos de história medieval. Bruna continuava com a mesma postura, autografando sem parar os exemplares de seus fãs.
O tempo foi passando até que avisaram pelos alto-falantes da livraria que a sessão iria terminar. Bruna continuou assinando mais alguns livros, sem perceber a presença de qualquer pessoa por ali. Eu permaneci na livraria, ainda olhando alguns livros e contemplando a vista daquela mulher maravilhosa usando um vestido claro, extremamente apertado. Pouco tempo depois ela atendeu o celular e depois o deixou sobre mesa. Quando a sessão acabou, ela agradeceu a todos pela presença e partiu, deixando para traz o aparelho. Imaginei que alguém fosse buscar o mesmo para devolvê-lo à dona, mas passaram-se três minutos e o telefone continuava ali, esquecido. Bruna já estava na porta da livraria quando decidi fazer às vezes de sua equipe, o peguei de cima da mesa e fui rapidamente em direção a estrela da noite. Quando já estava próximo, ela entrou em um carro, que não demorou muito e saiu. Eu, determinado a devolver seu celular, peguei um taxi que estava logo atrás e pedi que seguisse o carro.
Pouco tempo depois, eu estava em frente a um barzinho no Jardins. Uma fila enorme enfrente a porta aguardava para entrar no local, onde poucos pareciam ter a honra de permanecer. Pensei por alguns momentos em deixar pra lá esse papo de dar uma de bom samaritano e voltar para casa, mas avistei Bruna conversando com algumas amigas na porta, o que me fez retornar a idéia e chamá-la sem parar. Uma de suas amigas notou que eu estava chamando e a cutucou. Ela ainda olhou meio sem entender, estava se virando quando percebeu que eu gesticulava com seu celular em minha mão. Imediatamente ela conferiu sua bolsa e notou a falta do mesmo ali dentro. Sorridente, caminhou até onde eu estava, me agradeceu pela gentileza e me perguntou se não era eu quem estava na livraria há poucos minutos atrás.
Começamos a conversar um pouco. Comentei que já tinha lido o livro umas três vezes, e parecia que melhorava a cada leitura. Ela me agradecia copiosamente e perguntou se eu não queria entrar no barzinho e participar da festa. Aceitei sem titubear sua proposta, em poucos segundos me vi em um salão com poucas, mas belas pessoas, bebida e comida a vontade, musica boa tocando, garçons e garçonetes sorridentes me serviam. Ela pediu para que eu me sentisse a vontade, pois a festa era apenas para seus amigos vips, e agora eu era seu convidado mais que especial.
Fiquei completamente embasbacado com a festa. Nem em meus sonhos estaria em uma festa como aquela. Bruna, sempre muito atenciosa comigo, me apresentou a todos que estavam por lá, que muito simpáticos, sorriam e me davam as boas vindas. Depois de ser apresentado para quase todos da festa, Bruna me puxou para uma mesa, onde estavam mais três amigas dela. Perguntou-me se eu queria beber algo em especial, mas respondi que estava apenas curtindo e muito aquele momento tão especial e que não precisava de mais nada. Nesse momento todos riram, ficamos por ali conversando, por muitas vezes interrompidos para que alguém desse os parabéns para Bruna Surfistinha, porém, ela não deixava de me dar atenção em nenhum momento.
A noite passava e eu já me sentia até mais íntimo de todos que estavam na mesa. As brincadeiras, sempre muito picantes, temperavam todo o clima naquela mesa. Bruna por algumas vezes se levantava e começava a rebolar com seu vestido deliciosamente apertado, se insinuando para o calouro da mesa, que no caso era eu, e dava risada. Não dava para segurar a excitação, então eu apenas sorria, vendo aquela cena deliciosa. Numa dessas brincadeiras, uma das garotas comenta caindo na gargalhada:
- Ah! Se fosse eu, eu batia!
Sorri olhando de canto, enquanto Bruna com as mãos para o alto e brincando com os cabelos rebolava bem perto de mim. Como já estávamos bem altos, deixei com que a bebida ordenasse, e minha mão se encheu em uma de suas nádegas, ficando um tempo maior que um mero tapa. Bruna ainda rebolava na minha mão enquanto todo mundo começava a berrar na mesa dizendo que ali não, senão deixaria todo mundo com vontade.
Eu e a Bruna caímos na gargalhada. Gargalhada essa que a fez sentar descuidada na cadeira, fazendo-a derrubar uma taça de vinho inteira na minha calça. Ela ficou toda sem jeito na hora, enquanto eu brincava, fazendo cara de nervoso, olhando para a cara dela e para a minha calça. O pessoal da mesa dava gargalhadas, e se não fosse pela música alta, seriam ouvidas por todo o salão. Bruna tampava o rosto, completamente envergonhada com o que tinha feito, e todo mundo da mesa começou a berrar que ela teria que limpar. A olhei com um sorriso muito sacana, e disse:
- Pois é, Bruna… Vai ter que limpar…
- Seu danadinho. Já está todo solto, né? Deixa você!
Ela pegou um guardanapo sobre a mesa, molhou de leve em um pouco de água e começou a passar sobre as minhas coxas. As risadas eram generalizadas na mesa, e Bruna ria sem parar, me limpando.
- Vocês me pagam! Vou me vingar de um por um!
- Ah Bruna! Você que sujou a calça do seu amigo! E não está limpando certo! Está tudo sujo ainda!
Eu gargalhava com a cena, vendo aquela mulher de poucos pudores, vermelha como um tomate limpando o vinho da minha calça. Depois de tirar o excesso sobre as minhas coxas, Bruna se ajeitou novamente na cadeira, e uma das mais saidinhas que estavam na mesa gritou que não tinha limpado tudo, e que se fosse fazer, que fizesse o serviço completo. Nesse momento, quem começou a ficar envergonhado fui eu. Ter a Bruna ali alisando as minhas coxas já tinha me deixado pra lá de excitado, e mais um pouco, ela acabaria sentindo o que aquela ação tão próxima tinha causado. Bruna tentou relutar, mas nesse momento todo mundo da mesa já estava insistindo que ela limpasse por completo a minha calça. Ela pegou novamente o guardanapo, e me olhando nos olhos disse quase séria:
- Se comporte, mocinho!
Ela foi passando carinhosamente o guardanapo por cima da minha calça, e tinha gente que se debruçava na mesa para gargalhar. Eu também ria, mas era um riso contido e envergonhado. Bruna se esforçava para tirar a mancha, mas a mesma parecia até que tinha se tornado parte integrante da minha calça. Eu tentava com todas as minhas forças não mostrar o quanto estava excitado, enquanto ela passava com o guardanapo por cima do meu pau. De repente, percebi que Bruna estava se concentrando e muito na parte mais dura da minha calça. Mantive-me rindo junto com o pessoal, e sentia o que pareciam carícias por cima da minha calça. Seria impossível que aquela mulher tivesse se excitado com a situação. Depois que terminou, se ajeitou novamente na cadeira e jogando o guardanapo na mesa disse:
- Pronto! Satisfeitos?
- Ah! Agora sim! Limpou tudo direitinho! Machucou, Bru? – Disse uma amiga dela.
- Pergunta isso pra ele! Se bem que pelo que percebi, ele deve ter adorado minha mão ali, não é, seu safado?
- Eu, Bruna? Que é isso! Acha que vou abusar de você? Eu só estou com um drops no bolso!
- Não se vende drops desse tamanho e desse formato, benzinho.
Caímos todos na gargalhada e depois voltamos a conversar normalmente. Mas vez ou outra, voltávamos ao assunto do “drops” na minha calça. A piada rendeu por um bom tempo, enquanto bebíamos e nos divertíamos. Certo tempo depois, senti um dos joelhos de Bruna batendo na minha perna. Achei que fosse por puro acidente, mas parecia que ela me acariciava com o joelho. Continuei conversando normalmente com todo mundo e quase parei quando senti uma mão sobre a minha perna. Nesse momento olhei para Bruna que me olhou com um pequeno sorriso e tomou mais um gole da sua bebida. Continuei conversando normalmente, me contendo para não deixar transparecer o que estava acontecendo. Bruna continuava bebendo e rindo normalmente, enquanto passava sua mão quente pela minha coxa. Quase me afoguei com o que estava bebendo quando percebi que sua mão subia um pouco mais. Sem perder a compostura, a olhei e ela, rindo, continuava a conversar com todos como se nada estivesse acontecendo. Fiquei quieto, apenas bebendo e acompanhando o que o pessoal falava. Na verdade, tentava me concentrar, enquanto sentia a mão de Bruna sobre o meu pau, apertando levemente, sentindo o que ela tinha feito enquanto limpava a minha calça.
Não sei se aquela excitação tinha sido causada pela bebida, ou pelo que ela tinha sentido desde o início. Na verdade, pouco me importava no momento. Eu só pensava em curtir aquelas carícias deliciosas que Bruna me proporcionava. Ela não parecia querer tirar a mão do meu pau. Acariciava-me, apertava, batia uma por cima da calça. Às vezes me olhava nos olhos, sorrindo com o contexto da conversa que estávamos tendo na mesa, mas eu percebia que ela sorria com um tom malvado, como se quisesse se vingar impetuosamente da brincadeira de limpar a minha calça.
Naquele momento percebi que eu teria que agir e logo. Bruna não queria apenas me proporcionar alguns momentos de prazer, ela queria me fazer perder o controle ali na mesa. Cuidadosamente peguei sua mão e tirei do meu pau, ajeitei minha calça, me levantei e disse a todos que iria ao banheiro, mas no final a fitei nos olhos, dizendo que o jogo apenas tinha começado. Enquanto me esquivava das cadeiras escutei que Bruna também tinha dito que iria ao banheiro. Mais um momento de risadas na mesa. Os dois indo ao banheiro juntos é porque alguma coisa tinha. Não a esperei e continuei meu caminho. Cheguei a um pequeno corredor que dava acesso tanto ao banheiro feminino e o banheiro masculino. Bruna apareceu poucos segundos depois, ajeitando seu vestido e me olhando.
Sem dizer uma palavra, a peguei forte pelo braço e a puxei. Ela quase caiu pela força que a puxei, e esmagando minha boca contra a dela, comecei a beijá-la intensamente. Ela tentava fugir, mas eu não lhe dava muitas alternativas, puxando-a com vontade contra o meu corpo. Sem parar de beijá-la a trouxe para o banheiro masculino e violentamente a joguei contra uma bancada onde ficavam as pias. Comecei a beijar-lhe o pescoço ávido e guloso, enquanto ela me chamava de louco e dizendo que poderia acabar com a festa se alguém a pegasse ali. Eu simplesmente a ignorava, voltando a beijá-la, lhe puxando os cabelos pela nuca e passando minha mão por entre suas pernas.
Ela ainda tentava se esquivar, fechava as pernas, desesperadamente tentava fugir da minha boca, mas eu estava disposto a dar o troco por tudo que aconteceu por baixo da mesa. Não demorou para que ela entrasse no jogo novamente e começasse a retribuir os meus beijos. Percebi que agora ela queria dar o troco e começou a buscar pela minha calça. Enquanto uma das minhas mãos se enchia com um de seus seios, a outra buscava pela sua calcinha, quando meus dedos a alcançaram, percebi que estava completamente molhada. O jogo começou a ficar interessante, quando ela abriu a minha calça, tirando meu pau pra fora, enquanto me beijava o pescoço. Nossas respirações pareciam desafiar uma a outra, ignorando o perigo de sermos pegos.
Meu pau já estava em suas mãos quando puxei uma alça de seu vestido e senti carne com carne seu seio na minha mão. Ela gemia baixo, me punhetando devagar e me olhando nos olhos.
- Você sabe que se formos pegos aqui, te expulso da minha festa.
- Você sabe que se você estiver de boca cheia vai ser difícil de falar alguma coisa.
- Pelo visto você gosta de um bom desafio, não é? Cuidado com meu veneno, mocinho.
- Você ainda não provou do meu veneno, Surfistinha. Vem aqui! Vou te tratar do jeitinho que te trato nos meus sonhos, vadia.
E a puxando pelos cabelos a trouxe para o chão. Ajoelhada, bati com a minha rola na sua cara, com seus lisos cabelos enrolados na minha mão. Ela me olhava com raiva, mas se via submissa aos meus desejos, rendida ao jeito com o qual eu lhe pegava. Ajeitei minha rola na sua boca e a dei para chupar. Disposta a me provar que seu veneno era poderoso, me abocanhou de uma forma que eu nunca tinha sido chupado antes, me sugando como se quisesse me engolir inteiro pelo meu pau. Com seus cabelos na minha mão, a conduzia inutilmente. Mais uma vez ela tinha tomado conta da situação, me olhando nos olhos e me chupando intensamente.
Percebi que se as coisas continuassem daquela forma eu perderia o jogo rápido. Bruna engolia o meu pau com maestria, batendo com o queixo nas minhas bolas e me olhando fixamente nos olhos. A puxei com força pelos cabelos, fazendo sua boca sair do meu pau. Com isso, um fio de baba se formou da minha rola para a sua boca, e ela, sorrindo, foi chupando até voltar a cabeça do meu pau, começou a lamber devagar, me mostrando que por mais que eu tentasse, o controle era dela.
Decidi então usar mais uma arma. Se tem uma coisa de que me orgulho é da minha boca e a forma com a qual a utilizo. Levantei-a novamente e voltei beijar seus lábios. Agora um beijo doce, leve, envolvente, sem aquele ardor todo do início. Levantei seu vestido e puxei sua calcinha, que caiu em seus pés, e com um dedo comecei a masturbá-la rapidamente. Meus lábios passando leve contra os dela e meus dedos lhe acariciando o grelo a faziam simplesmente perder os sentidos, senti que novamente tinha tomado o controle. Para não perdê-lo tão fácilmente, a coloquei sentada sobre a pia do banheiro, abri suas pernas e cai de boca naquela bucetinha molhada sem pelos. O som agudo de seus gemidos reverberavam pelas paredes do banheiro, o que me fazia mais e mais passar a minha língua por aquele grelo duro e quente.
Bruna tremia com a minha boca entre suas pernas. Suas mãos passavam pela minha cabeça e ela rebolava gostoso na minha cara. Eu me empolgava com aquela buceta tão cheirosa e deliciosa dela. A enchia com meus dedos, lambia, beijava. Ela se via perdida com o que minha boca causava em tão pouco tempo no seu corpo. Eu percebia que ela tentava me tirar, tentava se recuperar, tentava voltar a responder por ela, mas a forma como minha língua passava pelo seu sexo não lhe deixava escolha a não ser simplesmente gozar na minha boca. E não demorou para isso acontecer. Tremendo, quase caindo da bancada, sentia as ondas de orgasmo lhe tomando o corpo inteiro, gritando dentro do banheiro e tentando me empurrar. Minha língua impiedosa batia no seu grelo, fazendo-a tremer, gritar e gozar ainda mais.
Quando ela conseguiu me tirar do meio das suas pernas, me puxou desesperada, buscando a minha boca. Beijamo-nos melando nossos rostos de saliva e com seu mel delicioso. As línguas se cruzavam no ar como duas cobras em guerra, nossos braços se encontravam enquanto um buscava o corpo do outro. Enquanto nossas bocas se encontravam, eu a puxei ela cintura, encaixando minha rola na entrada da sua deliciosa buceta. Ela gemia abafado pela minha boca, sentindo a cabeça quente e inchada do meu pau encostando-se a seu grelo melado.
Ela mordeu forte meus lábios quando meu pau começou a penetrá-la. Senti que ela me apertava forte com a buceta, enquanto me puxava, me beijando como uma louca. Eu a pegava forte pela cintura, sentindo meu pau entrando cada vez mais na sua bucetinha. A cada centímetro que eu penetrava, a sentia rebolar mais e mais. Sim, mais uma vez lá estava Bruna tomando conta da situação e me deixando louco. Impossível não se deixar envolver por aquele jeito delicioso que ela acariciava meu pau usando toda a sua xota molhada.
No momento que percebeu que tinha o controle novamente, ela sorriu me olhando com a cara mais depravada do mundo, se apoiando nos meus ombros e rebolando cada vez mais intensamente. Eu tentava retribuir, mostrar que não estava abalado, mas aquilo era demais. Ela parecia sugar as minhas energias sem nem que eu ao menos tivesse gozado. Pra me provocar ainda mais, passava com a língua pelos lábios, os mordia, me perguntava se eu aguentava, dava risada com a minha cara de prazer e rendido.
Eu sentia que iria gozar ali e perder aquele jogo delicioso. Bruna sabe como domar um homem, sabe como tomar as rédeas e simplesmente acabar com qualquer homem que tente a derrubar, mas diferente de qualquer homem, eu não poderia simplesmente me entregar. Respirei fundo, a abracei forte pela cintura, a puxei sem tirar minha rola de dentro dela e a joguei contra a parede. Ela cruzou as pernas na minha cintura e me encarou sorrindo. Mordi seu pescoço e comecei a penetrá-la mais forte, mais fundo. Com essa consegui fazê-la se perder, mas acabei me perdendo junto. Como dois loucos rendidos, nos mexíamos na parede gelada do banheiro, fazendo nossos sexos se encontrarem de forma intensa e deliciosa.
Eu sentia sua buceta me molhando as bolas, a virilha, as coxas. Gemíamos querendo mais e mais. Já não éramos mais jogadores de um jogo quente e de conseqüência deliciosa. Éramos dois loucos transando em um banheiro masculino tentando atingir o mais intenso dos orgasmos. Depois de um tempo puxei Bruna novamente e a coloquei com os pés no chão. Senti suas pernas bambeando, e mesmo assim não lhe dei trégua. A virei de costas para mim, apoiei suas mãos contra a bancada da pia e comecei a pincelar minha rola no seu cuzinho. Ela apenas rebolava, me olhando com uma cara de prazer inesquecível aprovando que eu a invadisse por trás.
Quando a cabeça do meu pau entrou no seu rabo apertadinho ela quase caiu. Segurava-se como podia na bancada, enquanto eu me esforçava para socar minha rola inteira no seu rabo. Eu observava cada centímetro do meu pau tomando seu cuzinho e ouvia seus gemidos, ora mais altos, ora abafados por estar mordendo sua mão. Continuei a puxando até sentir minhas bolas batendo contra seu corpo. Naquele momento os dois perderam o jogo.
Eu, descontrolado, a puxei pelos cabelos. Ela gritava no banheiro. Nossos corpos se batendo ecoavam pelo banheiro. Ela se apoiava na bancada e tocava seu grelo sem parar, enquanto eu sem dó nem piedade socava minha rola com todas as forças no seu rabo. Meu pau ia e voltava cada vez mais rápido, cada vez com mais vontade, na mesma intensidade que eu sentia seus dedos, que vez ou outra escapavam do seu grelo e encontravam meu pau.
Eu não agüentava mais, e ao meu visto, ela também não. Tirei meu pau que pulsava acelerado como meu coração e comecei a punhetar em direção ao seu rabo. Bruna não parava com a sua mão, e se masturbava sem parar. Aos berros, comecei a jorrar minha porra quente e viscosa em direção ao seu cuzinho. No mesmo momento, Bruna também gritava, gemia. Balbuciávamos palavras indecifráveis, enquanto tínhamos aquele orgasmo simplesmente devastador. Depois de um tempo, íamos recuperando a consciência. Meu pau amolecia devagar na minha mão, e Bruna se tocava cada vez mais lentamente.
Ela levantou e começou a se ajeitar. Eu sorria enquanto colocava meu pau dentro da cueca. Ainda trocamos alguns beijos no banheiro, quando uma das pessoas que estavam na mesa junto com a gente entrou no banheiro desesperada:
- Bruna! Você precisa aparecer logo! O povo todo está perguntando de você!
- Como você sabia que eu estava aqui, Pri!?
- Sabe quanto tempo vocês estavam sumidos? Melhor ir lá pro salão, sua louca!
Começamos a gargalhar dentro do banheiro e acabamos de nos ajeitar. Ela me deu mais um beijo demorado, pegou sua calcinha ainda com seu delicioso cheiro, colocou no bolso da minha calça, e sorrindo me disse ao pé do meu ouvido:
- Acho que agora sim eu dei o autógrafo que você queria.






vc como sempre arrasandooooo…Adorei
Fantástico esse conto! Cada dia melhor!!!
Gostei muito!! !!
Cadê a protagonista do conto pra comentar se gostou? Estamos curiosas!
Oi gostosão!
Ué! A gostosinha famosa nem comentou no próprio conto?!! ahaha… Acontece.
Como não sou tãooooo estrelinha e adoro VOCÊ e os seus contos, então estou aqui.
Muito bom Dyas! Um tesão, como sempre.
Beijo intenso,
Mikaela.
[...] Conto Erótico – Noite de Autografos [...]
Passando para deixar um grande abraço
LEO
bom domingo e boa semana!